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8 de Março de 2007 - Eu te amoeba

 

Confiança! as pessoas esqueceram o significado dessa palavra, como de várias outras, tabalho em equipe, hospitalidade, cuidado carinho, e na maioria das vezes da palavra amor também, já viu palavra mais banalizada que amor, por si só é uma palavra forte que nem deveria ser citada, vamos chama-la então de amoeba para não gasta-la e não usa-la em vão.

Definição de Amoeba:Espécie de ameba gigante de água doce muito usada em estudos de locomoção celular: Será que queremos que o amor seja uma paixão gigante, monstruosa banalizada.

Em toda novela global ou não podemos contar milhares de Eu te amoeba, filmes seriados, livros, peças de teatro, tudo bem cunho artístico e profissional, tentar representar isso, mas além disso você na rua casais que se conheceram a uma semana, trocando eu te amoebas a torto e a direito, outro com um mês, ou dois sem ter certeza nem da paixão jah berram a quatro cantos eu te amoeba, e uma semana depois se separam, e nem se questionam, cadê a amoeba tão citada, saem em busca do novo ouvinte e continuam a proclamar eu te amoeba.

Fearn foi dormir e ainda acordou pensando nisso, nessas palavras banalizadas e esquecidas verdadeiramente, amoeba ou não amoeba, quem devemos amoebar? Será que somos amoebados verdadeiramente, ou é da boca pra fora, ou ainda será quem amoeba a gente sabe mesmo o que é amoebar, ou é só um friozinho na barriga e um comichão no meio das pernas?

Tomou banho e vestiu-se era cedo, acodara as 7:00 nesse dia, pegou o ônibus e foi pra faculdade chegando antes mesmo do que a professora quando entrou na sala só tinham 3 alunos que foram chegando nos 15 minutos seguintes e a aula começou as 8:15 com quase toda a turma.

A leitura do texto de JOÃO Cabral de Melo Neto nãofoi satisfatória, Fearn não estava muito interessado no texto e por sorte os outros companheiros também não, e descartaram o assunto, ele ficou o resto da aula pensando no que fazer, o resto da aula de fato fou muito bom, exercícios de confiança nos amigos da turama interessantes, que renderam uma boa aproximação de todos. E algumas futuras dores no braço.

A tardesaiu do trabalho para almoçar, comida de verdade de novo, duas vezes em 15 dias, e depois aproveitou para pagar suas dívidas, que vem acumulando surpreendentemente mês após mês, mas enfim parece que vai se arrumar, ainda aproveitou e comprou um novo sapato italiano e muito elegante para compor seu visual de trabalho.

Passou a tarde pensando no Eu te amoeba. Como isso pode ficar na cabeça de alguém tanto tempo, falou com Mister Ma, e continuou pensando sobre sentimentos, da onde les vêem, será que é mesmo do coração, quando nos apixonamos assim, pra valer mesmo, tem falta de ar, a gente fica ofegante, isso tá tudo ligado com o pulmão, e o frio na barriga, respiramso mas rápido, ansiedade, coração acelera, mas tudo começa no pulmão, mas enfim,  a conversa com o namorado foi boa, já estão bem mais paciente, se passaram duas semanas,duas semana que não se vêem, e na próxima estarão juntos, qual será a reação quando se verem, qual?

Outra coisa que ocupava seu pensamento era a montagem do espetáculo, a turma tinha idéias divergentes, cada um tinha um gosto diferente, e Fearn não tinha proposto nada, por que sabia que seu gosto iria bater de frente com dos outros e tornar mas difícil, mas ao invés de fazer isso resolveu ajudar, pensar em algo que lhe agradave e tivesse todos os pontos que a turma queria, ausência de nudez, nada de apelação sexual, nenhum texto denso, comédia, riso fácil sem ser apelativo, nada de exploração sexual, enfim difícil, e ainda queriam um texto que falasse do brasil, escrito por autor brasileiro, conteporanêo, destacando a atual posição social do Brasil e seus problemas.

Pensando nisso tudo Fearn foi pra casa e vasculhou sua biblioteca, leu três textos nmas nenhum se encaixou, mais um e nada, é dificil, revirou mais prateleiras, e viu um talvez fosse aquele o único no cantinho, comprado em 2005, três textos fantásticos de Marcos Caruso, Marcos, nome que persegue, deve ter algo a dizer, foi pro quarto acendeu um cigarro e começou a ler e a relembrar a história, podia ser que aquilo desse certo teatro político. Totalmente fora de moda, mas incrível de se  fazer.

Terminou d eler o livro de 273 páginas as duas da manhã, no meio disse ainda discutiu com um amigo, assunto Mister Ma: o amigo disse que talvez ele esteja se escondendo nesse namoro a distância, com um garoto mais novo e deva sair mais, e procurar alguém aquei, Fearn pensou e pensou, mas tem suas razões, se é fuga não pode afirmar, mas o menino de 15 anos teve maturidade suficiente para fazer fearn cogitar a hipótese de confiar nesse relacionamento, teve maturidade pra provar que podia ser mais que 4 dias e já é quase um mês, suportar a saudade é difícil, aprender a confiar, a se tornar responsável suficiente para adquirir confiança, Parece que Fearn anda caminhando atrás da certeza e cada dia está mais próxima.



Escrito por Fearn às 14h26
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Escrito por Fearn às 13h19
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7 de Março de 2007 – Matando aula

As 2 da manhã ele acordou Marco mudou de lado na cama com Fearn para poder embrulha-lho, o garoto cobriu Fearn e depois se cobriu, meio sonolento deram as mão e dormiram daquele jeito com os dedos se tocando. Despertou ainda outra vez e bebeo o costumeiro copo dágua que o amigo deixa toda a noite ao lado da cama, ele só sente sede quando Marco está por perto, se olharam, mas dormiam, é estranho olhar por esse lado, mesmo dormindo eles se olham.

Quase de manhã Fearn acordou com o telefone avisando que Mister Ma tinha acordado e recebido sua mensagem, mas ainda eram 06:48, Marco não estava mais na cama, Fearn chamou-seu nome mais não obteve resposta, ele viu que o sol já tinha nascido, era isso o menino sempre fugia pra sala para dormir protegido da claridade, ele voltou a dormir e só levantou da cama 7:20.

Fearn tomou banho se arrumou, passou na sala cobriu os pés de Marco, beijou-lhe e a face, sussurrou bom dia em seu ouvido e saiu de casa carregando objetos do Mercado negro, (é como ele chama as apostilas enormes que contém os textos das matérias) e foi para aula, uma aula teórica sobre o ensino do teatro para alunos de 1° a 8° série, um saco, na verdade nem era um saco ele estava bem entretido, achava que a professora falava um pouco demais, só que com a ajuda de Elvis, que de 5 em 5 minutos reclamava e chamava o amigo para tomar café, as 9:00 cedue e pediu mais dez minutos para o amigo e sairam 50 minutos antes do intervalo para tomarem um gigantesco café da manhã.

A nova mania inventada pela dupla infernal da faculdade é sair da sala e deixar na cadeira um desenho que os representa, e representa bem, esse desenho simboliza que eles estão ali em espírito mas sairam ou para comer ou para fumar um cigarro e foi o que fizeram, ficaram por muito tempo até os outros alunos foram liberados para o intervalo e os encontraram. Elvis e Miss T foram ver o movimento e Fearn ficou com o resto dos colegas até a hora de voltar pra sala.

A segunda metade da ula se resumiu a ouvir a ouvir a professora falar,Graças ao mercado negro Fearn conseguiu levantar o dinheiro suficiente para comprar suas passagens para caldas novas em breve visitaria Mister Ma, Fearn ainda debateu alguns pontos e já pensou nos milhares trabalhos que terá que fazer no decorrer do semestre, um garoto da sala chamado Hugo pediu um cigarro a Fearn e saiu para fumar deixando na sua cadeira um bilhete , o desenho do seu rosto e embaixo jazia ! Fui fumar já volto, Obrigado” não tinha como eles estava lançando moda. Depois dessa aula ainda teve a aula com Miss S que foi maravilhosa, discutiram um texto com várias formas de críticas, de como analisar e criticar uma obra, a aula foi proveitosa, com a ajuda do objeto chave da aula o relógio cinza de Miss S.

Quando Fearn foi embora encontrou Marco na porta da faculdade, o menino entregou a chave e a blusa de Fearn que usava, se falaram pouco, Fearn viu também o namorado de Miss S, não se falaram apenas se cumprimentaram, depois ele e Elvis se foram, Elvis ficou na rodoviária e Fearn seguiu a pé para o trabalho.

Almoçou um misto-quente tradicional e tomou um danoninho, isso seria seu sustento para o dia de trabalho que viria, e não parou, muitas coisas novas a fazer, ligou para Mister Ma mas nem puderam conversar muito, tinha muita gente perto de Fearn e o menino estava sonolento, tirando um cochilo após o almoço. Foram se falar só as 18:00 depois que tudo tinha se acalmado, mas Fearn ainda foi formal por que estava no trabalho, nem pode dizer o quanto sentia saudades de Mister Ma, e como queria que esses dias voassem, mais que estão voando.

Queria embora cedo, mas acabou ficando no trabalho até 21:00, foi para casa de carona com sua chefe, o que foi bom afinal ficou sabendo que seu nome está sendo citado em trabalhos futuros, e trabalhos bem interessantes. Emcasa tomou banho e eleu morte e vida severina poema dos anos 50 escrito por João Cabral de Melo Neto, ele seria usado na aula, na verdade a sala leria para estudar possibilidades de monta-lo.

Falou rapidamente com Sean e Castello, mas de muito importante principalmente Castello que abandonou todos para ficar o suchi de Hong Kong, Fearn queria dormir cedo e foi mesmo, nesse dia seu corpo estava tão cansado que nem rolou na cama por muito tempo, antes das 23:00 já dormia.



Escrito por Fearn às 13h18
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Poesia de Igor Fearn sobre o mundo os mendigos e as almas imortais

 

Alma

 

 

Um copo de alma sob o céu de setembro,

Um gole, desgosto, redondo se afoga,

Cai, tosse, vai morrendo, lentamente,

Sem vida, jazia ali morto na mesa do bar,

Será que retumbas, retorces, desmaia e agoniza suvemente.

Ou morre rápido, caindo fazendo barulho estridente.

Será que morre o bebedor ou morre a alma?

 

Será que morre sem um beijo,ou beijo é uma morte,

Sera que eu ando buscandoa vida ou a imortalidade da alma

Em ruas escuras sem um pingo de sorte,

Caminha o moribundo com o copo na mão.

 

Será que bebe ou derrama,

Será que casa com a puta ou foge com a dama,

Perde um emprego ou grava um cd, pula da varanda ou mete a cara em um bidê.

Será bebe ou derrama o coopo de alma

E assim na indecisão o mendigo coloca a alma sob o peito,

E dorme, não bebe, não derrama, carrega com ele ´pra sempre

O presente de setembro.

 

Igor Fearn

Escrito por Fearn às 12h37
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6 de março de 2007 – A íliada

A íliada é um poema de Homero com milhares de versos, milhares mesmo, quem já leu sabe, Fearn acordou sonhando com a guerra de Tróia e com Helena, era um sinal era o único e último dia que teria para ler 10 capítulos do livro e fazer um fichamento que Miss S pedira, tomou banho e se arrumou, mandou uma mensagem para Mister Ma e foi pra aula chegando uns 10 minutos atrasados na sua aula de estágio.

Passou a manhã pensando e discutindo com Miss T e Elvis, o que fariam nenhum dos três tinham começado a ler o livro e fazer o trabalho, Fearn então jogou a toalha e decidiu que sua vida de aluno exemplar acabara, não iria fazer o trabalho realmente não daria tempo.

Saiu da aula 11:30 e passou no shopping, entrou na livraria e achou o livro, tinha um único exemplar ali na prateleira e ele comprou, foi caminhando com o livro tirou uma hora para ler e só entrou no trabalho 13:00 leu quase 100 paginas. A tarde foi longa e passou muito rápido, milhares de coisas surgiram para serem feitas as pressas, e Fearn não conseguia parar de pensar no livro, no trabalho, nas 200 páginas faltantes e no Mister Ma, por que é claro que a gente gosta sempre tem um tempo, nem que esteja super ocupado, para pensar no ser amado.

As 18 horas quando o escritório esvaziou e Fearn terminou susas coisas ele se isolou na escada do prédio no andar da cobertura se escondeu do vendaval e põs se a ler, e ler, poesia épica é realmente de difícil compreensão então não há leitura dinâmica capaz de ajudar Fearn, as 20:00 faltava ainda 50 páginas ele voltou pra sua sala, começou a digitar suas anotações enquanto falava com Mister Ma, demorou meia hora no telefone, e digitou nesse tempo 9 pagínas.

A conversa foi ótima os dois estavam a sós, Fearn no escritório e Mister Ma em sua casa, puderam então conversar a vontade sobre o relacionamento dos dois, sobre o compromisso de estarem juntos, Mister Ma sempre muito carinhoso tenta convencer Fearn de sua paixão, Mas Fearn tem medo de acreditar em tudo, e talvez um dia quem sabe ver que as coisas não são assim, manter um romance com um habitante de  uma cidade distante é difícil, só um sentimento grande mesmo pra resistir.

Leu as últimas 50 páginas e escreveu mais duas e antes das 22:00 terminou, falou um pouco mais com Mister Ma que já cochilava, sonolento e manhoso no telefonee foi pra casa.

Mal Fearn pisou em casa, o telefone tocou era Marco, falaram-se o menino queria abrigo, um lar, um lugar para dormir naquela noite,Fearn já iamginava que era isso.

F – Você vem dormir comigo?

Marco – Era exatamente isso, esqueci que não tem como eu voltar pra casa, ai né é a única opção.

F – Quer dizer que é a única opção.

Marco – Não é bem assim, é que...

F- Vem logo estou te esperando.

Fearn tomou banho e colocou uma roupa de verão, acendeu um cigarro, desceu as escadas e foi esperar o amigo, quando chegou na porta o menino estava se aproximando, a sintonia perfeita.

Marco – Como você sabia?

F – A gente tem uma grande sensibilidade, tanto sei que você também não jantou, vamos.

Comeram uma pizza e tomaram sucos naturais, colocaram o assunto em dia, se olharam como só eles sabem se olhar, riram, e voltaram para casa, deitaram na cama e cada um fumou um cigarro olahndo para o mesmo costumeiro teto. Fearn deitou e começou a cochilar enquanto Marco estva no computador, mas um tempo depois o menino saiu e deu um beijo d eboa noite de Fearn e foi para a sala para a sua cama, mas quando foi escovar os dentes voltou e deitou com Fearn dormiram ali, juntos .

Escrito por Fearn às 17h52
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5 de Março de 2007 – Letra e Música.

Na vida as coisas são normalmente separadas e taxadas, bom e ruim, feio e bonito, verdade e mentira e por ai vai, esse monte de diferenças, antíteses, sinônimos. Antônimos, gerúndios e Partícipios, enfim. Fearn quase reprovara no semestre passado na aula de Corpo e Movimento, uma parte por causa do romance com o Pianista, outra parte por causa da preguiça, lembrando dos fatores trabalho, estudo e montagem do espetáculo Gabrielle e do Navalha na carne, sem se esquecer do Porco volta pra casa, várias coisas fizeram ele matar muitas aulas e chegar atrasado em outras aulas, sendo que no semestre inteiro não chegou nenhum dia antes das 8:00.

Enfim a mesma professora continua o trabalho nessa nova montagem, e dá a aula de corpo as segundas feiras de manhã de 8:00 as 10:00, Fearn não queria se atrasar no primeiro dia de aula a semana passada tinha sido bom, e ele estava se saindo um bom aluno exemplar e tinha de ser forte, lutar contra a mágoa que carregava com essa professora e ir pra aula, e faze-la ser proveitosa.

Foi difícil, conviver com uma pessoa que joga na sua cara a amnhã toda que você teve um péssimo rendimento no semestre anterior, e ainda usava Fearn como o exemplo errado em todas as situações possíveis, mas Fearn sobreviveu, e a segunda metade da aula foi de voz, com o novo professor que substitui o Pianista.

Sem novidades, Feanr quase nem sentiu falta do pianista ministrando a matéria, ou dele sentado em cima da mesa de pernas cruzadas com seu olhar enigmático, tentando sempre saber o que eles conversavam, ou de ficar ansioso esperando o fim da aula para almoçarem juntos, as coisas mudaram, e como mudaram. Nas aulas de voz também existe separações, as notas, as claves, melodia, harmonia e por ai vai, as pessoas tem mesmo mania de separar tudo.

Na hora do almoço, nada de comida, besteiras, um Iogurte, e um misto quente, Pão queijo, presunto, tudo junto prensado em uma chapa sem a habitual separação, mas misto-quente querendo ou não é separado por um hífen.

No trabalho, ´papéis separados por projetos, pastas, canetas azuis de um lado pretas d eoutro, no computador uma pasta para cada tipo de coisa, tudo no mesmo sitema  o dia passou assim separado da noite, Mister Ma e Fearn conversaram,e falaram sobre eles, sobre a distância, discutiram para ver se estão bem e se estão conseguindo suportar essa separação, Fearn anda inseguro, é cada vez mais difícil confiar nas pessoas, mas parece que estão ebm e juntos, no final da tarde Sean mandou uma mensagem queria ir no cinema, Fearn logo concordou, mas os hiorários eram todos depois das 20:00 teriam de esperar muito então Sean desistiu.

Mais 5 minutos depois mudou de idéia e foi buscar Fearn que entrou no caror do amigo cheio de materiais da faculdade, foram então para o park shopping, compraram ingessos para a sessão das 21:00 letra e música, mais uma separação foram jantar no Outback, comida genial, gostosa, com muito molho barbecue, de um lado, costelinhas de porco, do outro copos de coca, no pote molho barbecue, bem separado das maçãs com canela(uma homenagem a Fearn) deliciaram se comeram muito bem e foram atendidos graças a Fearn por um garçom esnobe e nada feliz diferentes das garçonetes super felizes e bem humoradas que tem no lugar.

Empanturrados de refrigerante foram assistir o filme. Besta quase sme conteúdo, mas Fearn sabe se lá por que gosta de filmes bobos com música, o flme não tinha nada demais nem fez o garoto chorar, mais a crítica a cultura de massa americana era boa, uma comédia romântica sem surpresas muito previssível, mais com cenas bonitas, e músicas bonitas(algumas é bom citar)

Sean deixou Fearn em casa as 23:00 tomou banho e adormeceu ouvindo as músicas do filme.

Escrito por Fearn às 17h10
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4 de Março de 2007 – Pamela Anderson

 

Fearn acordou as 14:37, abriu o olho com muito esforça e com uma preguiça maior ainda, mais precisa levantar  por que senão iria dormir muito tarde depois. Levantou então e se arrastou para o chuveiro e tomou um belo banho frio daqueles capazes de espantar o sono, mandou uma mensagem para Mister Ma, para dar notícias e depois ligou pro menino que não estava bem, tinha brigado com o pai, e a coisa tinha sido feia, o menino estava aflito e deixou Fearn preocupado.

Saiu para almoçar e quando voltou Sean estava a sua procura agora que o amigo voltou a andar estava precisando sair e fazer algumas coisas, principalmente lavar o carro, coisa que era feita a 4 meses, decidiram então que iriam naquela tarde domingo, e quem sabe não encontrariam uma tarde de calor infernal e lavariam a la Pamêla Anderson (Se você não sabe quem é pesquise no Google) esfregando o capor do carro com uma montoeira de sabão e espumas com o peito, aquela coisa bem americana.

Se encontraram no Mc Donalds onde Sean almoçava, e depois foram abastecer o carro, mas não queriam lavar no posto, pelo menos não naquele posto, iriam em outro lugar, já era mais de 17:00 foram ao terraço shopping e quando chegaram lá o local já estava fechado, voltaram então para  a Asa sul andando pelo eixinho por todos os possíves  postos do lado L, e nada, foram então para asa norte e acharam um 24 horas com uma fila de no mínimo 15 carros, voltaram para a asa sul decidiram tomar um coca no Beirute e assistir a peça na Casa de itália logo em seguida, mas perto de chegarem ao local acharam um posto com apenas dois carros na fila, e seria li mesmo que lavariam o carro.

Como a noite já tinha caído desistiram da idéia dos peitos e deixaram as pessoas do próprio posto lavar o carro, sentaram em umas mesinhas e tomaram um sorvete e conversaram, durante o longo tempo que esperaram o moço lavar pacientemente o carro imundo por dentro e por fora, e ai passar uma cera especial super moderna e tecnológica com bronzeadorres UV e que não sai na água, durante isso Dr Julio confirmou e desconfirmou sua presença, Castello confirmou e Kael o filho de Fearn ligou dizendo já estar lá.

Chegaram faltando 15 minutos para o início da Peça, Dois de Paus era o nome e falava de um relacionamento Homosexual, Fearn e Sean já tinham assistido essa peça na primeira temporada e estava indo de novo, e o local estava tomado por casaias Gays e lésbicos, a maioria não costuma ir ao teatro, com certeza estava ali influenciada pela mídia e pelo boca a boca, mas público é público.

A Tradicional senhora que administra a casa de Itália estava lá e Fearn sempre se alegra ao vê-la é uma figura que balança seu sino na hora do início da seção, apurrinha as pessoas contando so minutos e segundos faltantes para cairem as reservas de ingresso, e foi ela guiou todos para a sala, inclusive Castello, Suchi, e Kael.

Durante o espetáculo tudo correu bem algumas modificações foram feitas da primeira temporada para essa, é um texto sem muita coisa especial mas divertido, as pessoas é claro adoraram, um riso barato comercial, Fearn também se divertiu mas não é o tipo de teatro que o agrada totalmente.

Suchi e Castello é claro foram embora juntos, Kael ficou esperando a mãe e Fearn foi embora com Sean passaram no Habibs para jantar e depois se separaram, já era tarde, Fearn ligou rapidamente o computador, tomou um banho, ligou para Mister Ma e dormiu.



Escrito por Fearn às 16h14
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3 de Março de 2007 – O Eclipse total da lua parte 1 de 2

 

Fearn tinha a famosa aula de sábado, a mais cansativa da semana mas esse semestre teriam atrativos diferentes, além de não ser uma matéria prática e sim teórica, chegou no horário seguindo como aluno exemplar da semana, chegou cedo, compru um copo de chocolate quente de meio litro, e foi pra varanda da faculdade, lugar chamado carinhosamente por Fearn de barco, e fumou um cigarro enquanto a  professra não chegava, quando entrou na sala ela e metade das pessoas já estavam lá, incluindo Marco Michêlangelo.

Tudo foi calmo nessa manhã, incluindo o café da manhã de Fearn e Marco, com direito as costumeiras risadas e provocações, é como se eles se conhecessem demais, ou como se apenas eles fingissem se conhecer, as vezes Fearn pensa isso, será que eles apenas acham que se conhecem, e na verdade escondem coisas uns dos outros? Fearn não tem certeza, mas prefere acreditar que não.

A segunda parte da aula eles assistiram ladrões de bicicleta uma filme maravilhoso, italiano, de 1948, com uma história super cativante, Fearn ao mesmo tempo que se perdia no filme escreveu algo para Marco, descreveu o menino na aula de Filosofia.

Marco – ou Amor de Comtemplação

Balinhas, doces, cores, confeitos, MMs coloridos, dedos labuzados, lingua molhada, teu beijo, teu jeito.

Espelhos, Reflexos, sombra, noturno, chuva, beijo, separação, trem, viagem, por do sol, terra, tartaruga, cavalo, chocolate, parque, mesa redonda, 17, elefante, cinza, cachorro, espaço, amor, espasmos, telefone, relógio, cabelos cacheados, bota militar, calça jeans, ciúme, pescoço, mordida, abraço, perfume, nostalgia, dedos longos, lapiseira amarela, tatooagem, barba, bigode, sombrancelhas altas, atlas, desejo, sedução, joelhos, virilha, bnudez, veias, unhas, violão, cordas, fios, tecidos, ausência, vidro, espelho, reflexo, sombra, noturno.

Não foram embora juntos mas Fearn deixou Marco na porta do ônibus e foi trabalhar a pé, ele nem tinha muita coisa pra fazer no trabalho, mas ele não tinha muita coisa para fazer em lugar nenhum, os amigos com seus respctivos namorados, ou prostrados na cama, então a melhor saida foi ocupar a mente com trabalho, ligou pro Mister Ma e conversaram muito, falaram deles e dos outros, dos dias de ausência, e dos dias lotados de solidão.

Ficou no trabalho até as 16:00 quando saiu almoçou e foi para o cinema sozinho como de costume, sentou-se na 5° fila 7° cadeira e dormiu, foi tomado por um sono enorme que durou os dez minutos de espera, e mais 15 de trailer, acordou no último trailer, mas na hora que o filme começou o sono desaparesceu, chama-se notas sobre um escandalo, e o filme era genial, uma professora de 40 anos anos recém chegada na escola, mãe de dois filhos um com sindrome de down, com um marido ausente, se aproxima de uma professora sexagenária, psicótica, louca pra ter uma amiga e com fobia de solidão, mas a velha descobre que a professora tem um caso com um de seus alunos, um garoto branco, quase cinza belissimo, com sardas no rosto e uma ingenuidade que se mistura com a safadeza presente no olhar, e a velha faz um inferno....

Assim de desenrola o filme, e Fearn devaneiava com o roteiro bem escrito, e as belas atuações, saiu do cinema em transe, foi para casa a pé, sentou em baixo de uma árvore no caminho e leu 50 páginas de Hilda Hilst e só depois continuou a caminhada.



Escrito por Fearn às 16h26
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3 de Março de 2007 – O Eclipse total da lua parte 2 de 2

Em casa, 18:34 começou o espetáculo, ele sentou –se na janela acendeu seu cigarro e prensenciou minuto a minuto a lua ser encoberta, era noite de eclipse total da lua, demoraria muito tempo, mas aquilo apesar de parecer brega, tem um certo charme,  uma certa magia incutida, que as pessoas deveriam se obrigar a assistir, a desccrever as sensações, mesmo que ache chato, é uma sensação. As 21:00 decidiram ir para o Pianino comer pizza, Suchi rezava em sua Igreja, Sean levanta-se da cama, e o Velho e sumido Castello Branco estava em casa esperando as horas passarem para sair com o namorado.

Sean pegou Fearn no Mc Donalds, passaram no Conic e pegaram Suchi, e foram para a pianino, sentaram nas últimas cadeiras, colocaram seus nomes na lista de espera e esperaram, esperaram, e Castello chegou, comprimentou a todos, sentou se também e esperaram, deve ser por isso que se chama lista de espera pensou Fearn, por que mais de uma hora nas cadeiras de fora batendo papo é uma boa espera, mas aquilo já era um prenúncio de como a noite seria engraçada.

Sean está entrando no ramo das produções e quer lançar Fearn como novo astro do You Tube e se empenha totalmente, Castello e Suchi ficavam na melosidade dos recém casados em cadeiras do lado, se escondendo das amigas da igreja de Suchi que não vão para o céu por que são gordinhas, e elas não entram no céu, por que o portão celestial tem 40 centímentos.

1 hora, ou hora e meia foi o que esperaram, Castello Branco estourado como sempre, estava quase dando ataque por que não arranjavam mesa perdia o controle, mas Castello é assim, sempre quer fazer um barraco, por que senão noite não está completa, tudo bem que todo mundo merece ser bem atendido, mas se simplesmente não tem mesa as pessoas não podem fazer nada a não ser esperar que as mesas desocupem.

Desceram a mesa do jantar era na parte de baixo do restaurante, e a noite divertida continuou, Castello assoberbado de paixão não acieta nem que conversem com ele por que ele tem que ficar olhando e dando atenão para Suchi, então Fearn pentelha, e como pentelha o amigo. Por uma meia hora mais ou menos amigos de Sean fizeram copanhia á mesa, três ao total, uma garota chamada laura e mais um casal que Fearn não guardou os nomes.

Saíram da pizzaria um pouco depois da meia noite, sendo o centro das atenções das mesas ao redor e dos garçons, com a barriga cheia com a cena memorável de Castello se jogando da cadeira e se escondendo no chão de Fearn que que queria passar doce de leite invisível no rosto do amigo.

Suchi e Castello se perderam no caminhos dos motéis noturnos de Brasília, Fearn e Sean foram para a Palato(famosa sorveteira onde vão de vez em quando) e lá encontraram Dt Julio, Jaque, Xon Xon, Pablo, Glamour e Angélica, e depois ainda mais três pessoas se jutnariam, Luciano, sua esposa e mais uma bela menina da toquinha verde que Fearn também não gravara o nome.

Dr Julio e Jaque foram embora 1:00 Sean as 2:00 e o outros permaneceram degustando bons vinhos, vodkas e cervejas ruins até as 5 da manhã conversando dos mais variados temas inclusive teatro.

Fearn tomou um banho e olhou pra lua, essa já estava cheia e enorme no céu, como uma senhora gorda que flutua, a lua fora tomada essa noite, ficou por minutos vermelhas, por outros escura, difusa quase perdida no céu, imagina se perdesse a lua nesse eclipse? Pensava Fearn, imagina se ela caísse e não achasse mais, ou se apagassem pra sempre seu brilho, as pessoas passam rotineiramente por eclipses e algumas não sobrevivem, ou não retornam da mesma forma, a lusa deve fazer muita terapia pra viver esses ecluipses sem um abalo emocional. queria ficar ali e pensar em tanta coisa, mas o sono não deixou foi pro quarto, deitou na cama e dormiu se sentir.

Escrito por Fearn às 16h26
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