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8 de janeiro de 2007 - Perfumes e Sensações Parte 1 de 2 A noite foi agitada, era segunda noite seguida que não dormia bem, tinha sonhos estranhos, pesados, e acordava cansado, se virava muito a noite, não sabia o que era, mas não andava descansando como antes, de manhã chovia bem pouco e caminhou sem guarda chuva, não quis pegar um ônibus e foi trabalhar a pé. Foi um dia de experimentar sensações, sentia as pequenas gotas de chuvas tocar no seu rosto, sentia o cheiro do asfalto molhado sendo invadido por motores quentes, chegou em baixo do prédio e ainda era seguido por uma garoa fina, que parecia uma mão acariciando sempre em contato com a pele. A manhã foi corrida, preso em uma mesa perto da sua, Fearn instruia uma moça sobre um novo trabalho, e de 5 em 5 minutos um envelope amarelo enfeitava a tela do seu computador, era o amigo Castello mantendo contato, eles aproveitavam para resolver as últimas coisas da viagem deles, e colocar o papo em dia, afinal de madrugada acontece muita coisa. Almoçaram juntos foram na casa do Sr Castello, Fearn havia impresso alguns emails comprometedores onde mostrava que Castello não gostava da Família, e resolveu mostrar esses emails a algumas pessoas, mas nem por isso o almoço se tornou indigesto. Sairam de lá e por que ambos tinham que voltar ao trabalho A cena foi maravilhosa quando passaram por uma rua perto do trabalho de Fearn, Castello parou o carro semáforo e eles viram bolhas de sabão, não simples bolhas, mas sim bolhas enormes, grandes do tamanho de bolas de voley, basquete, ou futebol, como preferirem, foi realmente bonito vê-las, e acompanhar o voô até a hora do estouro, simples e silencioso. A tarde foi a mesma loucura, Fearn longe do computador vinha hora ou outra atender as solicitações do amigo Castello, que mandava todos os tipos de emails, alguns contendo coisas úteis, outros iníteis e os mega inúteis como uma receita de bolo de cenoura, mas enfim as pessoas tem vícios e ele sabe disso. No final da Tarde seu celular toca era o amigo Sean, sairia do trabalho e propora que fossem ao cinema, já que no dia anterior não puderam ir conbinaram de se encontrar no Pátio Brasil as 18:40, logo que Fearn saiu do trabalho se dirigiu ao shoppi, chegando lá acendeu um cigarro e caminhou até a cama elástica e viu um homem pulando, riu era o Dr Julio, e ao lado Ricardo o amigo Bailarino. Na cadeira sentada estava Luciana, Fearn se juntou a ela e se divertiu com os garotos pulando até que eles terminaram 8 minutos depois e puderam conversar. Fearn ainda ficou esperando Sean que logo chegou fantasiado de homem trabalhador, perdido em um terno, gravata e todos os outros apetrechos sociais, parecia até um homem distinto assim visto pela primeira vez, sofria com a maldita dor na costa que chega com a idade. Escrito por Fearn às 16h31 [] [envie esta mensagem] 8 de janeiro de 2007 - Perfumes e Sensações Parte 2 de 2
Sean comeu comida goiana, uma picanha com seus acompanhamentos, e Fearn com sua vida saudável comeu uma enorme salada deliciosa com molho de mostarda com mel e tiras de frango. No fim do jantar já atrasados para o o filme Fearn convenceu o amigo a comprar mais um sorvete e de brinde ganhar um faca de churrasco de quase 50 cm com o nome do estabelecimento, Sean obedeceu e assim Fearn saiu desfilando com a faca pelo shopping e entraram no cinema. Chegaram nos minutos iniciais, Fearn já havia lido o livro e pode situar o amigo, constataram que o sorvete adquirido era horrivel, o gosto era muito estranho, começava bom e a cada segundo ficava pior e mais estranho. Desistiram então do sorvete e esconderam o pote em baixo do banco e ficaram atentos ao filme, que filme incrível, o livro sempre fora melhor, mas mesmo assim valia a pena, era sobre um homem que tinha o olfato muito apurado e cada dia que passava seu nariz funcionava como um radar, sua loucura para fabricar o aroma perfeito o tornou um psicopata, que selecionava as vítimas pelo aroma. No meio do filme Sean jurava que era a madona, sentava e esticava as pernas para as poltronas ao lado, se alongava, jogava a perna de um lado para o outro como se não aguentasse ficar parado, enquanto o filme desenrolava ele fazia um balé d epernas como se estivesse numa competição de nado sincronizado Que vontade Fearn sentia de saber que cheiro era esse, sentia uma imansa vontade de ter um cinema com cheiro, esse valeria a pena, quantas vezes no filme não fechou os olhos tentando captar, queria muito se render aquele perfume, e até mesmo ao charme da fétida Paris de três séculos atrás. Depois de se deliciarem no cinema Fearn passeava ainda exibindo a faca, deixaram o shopping e quando chegaram no carro Sean tinha perdido a sua chave do carro, lá foram eles de novo até o cinema, passaram por muitas pessoas aglomeradas, descobriram que era o campeonato de Sandálias Femininas, desde quando existem esses campeonatos pensou Fearn, e logo sua pergunta foi respondida esse era o primeiro e se deparou com um enorme cartaz. Quando os dois chegaram no cinema já não havia mais ninguém, apenas uma mulher distante e mal humorada, explicaram a situação para ela, que com toda elegância e raiva de mulher que trablhou o dia todo os acompanhou até a sala vazia e escura, acendeu as luzes, Sean adentrou a sala enquanto Fearn ficou na porta escura com a moça que resmungava, essa mesma parou e sorriu na hora que viu a enorme faca na mão do homem, com certeza morrera de medo, ali só no cinema vazio e escuro com dois homens, no shopping deserto, mas logo Sean achou a chave eles sairam de lá, a mulher deixou a raiva de lado e o alivio tomou seu rosto. Sean deixou Fearn em casa e levou a grande faca para a mãe, achou melhor não deixar a faca com Fearn, os dois ainda conversaram na internet antes de dormir, Fearn deitou meia noite e meia dormiria cedo no dia seguinte doaria sangue. Escrito por Fearn às 16h31 [] [envie esta mensagem] 7 de Fevereiro de 2007 - Mantendo as decisões parte 1 de 2 Mais chuva, mais sono, Fearn acordara atrasado e isso precisava acabar em menos de 20 dias voltaria para a faculdade e teria que acordar as 7:00 não podia se acostumar a acordar 8:30, e lá fora chovia como se alguém chorrase a morte de algum ente querido, chovia como se fosse um aviso que ninguém deveria sair da cama naquela manhã, mas se fosse fácil assim viver não teria graça, Fearn venceu a preguiça e o frio, tomou banho se vestiu, pegou dessa vez seu guarda-chuva prata e ainda vestiu um belo de casaco de couro, estava pronto pra enfrentar a chuva. A cidade estava tomada por enormes poças dágua, lama por toda a parte, havia chovido muito durante a madrugada, e ela permanecia forte, decidida a cair e a molhar os desavisados, não tinha como haver desavisados se chovia desde cedo, então quando Fearn desceu do ônibus e parou esperando o semáforo abrir deliciava-se com o espetaculo das gotas bailantes, e quando o sinal ficou vermelho, outro espetáculo surgiu dezenas de pessoas de todos os lados portavam guarda-chuvas, fazendo ele que é um pouco mais alto ter uma bela visão, as pessoas deveriam andar assim toda a hora, não só quando chuvesse, o guarda-chuva dá uma elegância, um garbo as pessoas. Caminhou em direção ao trabalho adorando aquela sensação e admirando o espetáculo visual das cores brigando com a chuva torrencial que caia naquela mera quarta feira. Chegou no trabalho quase seco pois era impossível não se molhar naquela chuva, passou a manhã revivendo a cena das pessoas andando com seus guarda-chuvas coloridos como se fossem princípes que andassem com espadas desembainhadas. Teve que ir em casa na hora do almoço por que saira deixando pra trás celular, carteira e cigarros, como o Sr Castello estava no dentista não conseguiram se falar, e só foram conversar quando Fearn pegou seu telefone, que jazia em sono profundo em baixo do travesseiro.E foi ali na hora do almoço que começou a tomar as atitudes devida, ligou o computador e como ele imaginava Mister D estava online, escreveu um email contendo o seguinte texto. Prezado Mister D, O mundo anda dando suas costumeiras voltas e a cada dia mais existem placas tectônicas que nos afastam. Assim espero que o Sr se cuide, estou desaparescendo por um tempo, não tenho nenhum motivo que me faça crer que tenho que estar por perto, existem outras pessoas que merecem mais prefiro destinar minha atenção pra elas. Cuide –se Fearn. Automaticamente uma janela pulante (palavras de Castello Branco essa gente antiga tem mania de dar nome pra tudo) era ela Mister D, falaram pouco Fearn estava frio e direto. F – Viu meu email? D - Não. Depois dou uma olhada. F – Não precisa eu resumo pra você, eu apenas disse que não iremos nos falas nos próximos dias afinal, é o fim de semana do meu aniversário, e deve desaparescer, ou sair, depois viajarei com o Guilherme e estarei aproveitando o feriado de carnaval, e quando voltar estarei voltando pra faculdade e espero que tenha muita coisa pra fazer por que assim ocuparei minha cabeça e logo não estarei mais com tempo pra nada. D – Você não precisa fazer isso, eu estou namorando mas ainda somos amigo. F – Nunca Fomos amigos, os amigos confiam um nos outros. E assim Fearn saiu, na verdade bloqueou Mister D assim não se falariam mais, apagou os emails, e tirou de perto tudo que lembrasse, mudou a proteção de tela do computador, e até o final do dia tiraria da sua frente os vestígios, teve vontade de pegar uma caixa e guardar tudo ali dentro e esconder em baixo da cama, mas sua cama não tem lugar para se guardar nada embaixo. Passou o resto da hora do almoço conversando com Mister F, nenhum romance novo em vista, apenas uma conversa informal, por não se ter muita coisa a fazer, afinal de contas Mister F é hetero, ou seja mais problemas na vida de Fearn não seria muito bom, então conversar não dói, nem machuca continuaram conversando. Perdeu toda ahora do almoço em conversas e resoluções, enfim depois de três meses obteve resposta de uma pauta que tinha pedido no teatro, e assim pode ter uma perspectiva da extréia, mas isso não adiantou muito o teatro estava uma tava de 250 reais por dia, ou seja no mínimo 25 pessoas pagando 10 reais, isso não seria impossível mais teria uma margem de lucro pequena para pagar tudo o que gastaria, teria que pensar em outra forma, a não ser que ficasse rico nos últimos dias. Escrito por Fearn às 13h42 [] [envie esta mensagem] 7 de Fevereiro de 2007 - Mantendo as decisões parte 2 de 2
Retornou ao trabalho e passou uma longa tarde envolvido em relatórios, descobrindo que no pará eles não tem nem uma tonelada de maçã produzida no local, nem de morango, nem de goiaba e por ai vai, não via a hora da tarde passar ele iria ao cinema de noite com o velho Castello Branco e Sean, talvez Dr Julio talvez aparecesse por lá. Saiu antes do horário final do expediente e foi para o shopping encontrar os amigos, no exato momento em que chegou no shopping o celular tocou, como sempre era o Sr Castello Branco, ele poucas vezes era pontual, sempre chegava cedo, Fearn então apagou o cigarro e foi encontra-lo na porta do cinema, quando compraram os ingressos Castello avisa que Sean não irá, um evento de última hora lhe prendeu no escritório, minutos depois Dr Julio Lliga chegaria 20 minutos atrasados pois estava terminando uma cirugia, Fearn pensava como ele liga no meio de uma cirugia, imagina ... Acabou que no meio do Filme Fearnligou para Dr Julio, e o mesmo estava sentando ao seu lado dus poltronas depois dos garotos, o filme foi bom, retratava a caçada á civilização maia, Sr Castello Branco que não lembrava de todos os acontecimentos achou um ótimo exercício para a memória, e ficava complementando os fatos, ou perguntando o que sua memória não o ajudava a lembrar, o ator principal do filme, um descedente mais, assistiu muitos filmes do tarantino, e algumas vezes jurava ser a Beatrix Kido da série Kill Bil, com menos charme, sem a espada e o macacão amarelo, mas convenceu, apanhou muito, e no fim do filme quase acreditei que ele era o Highlander (se é que se escreve assim). Depois do Cinema Dr Julio encontrou sua irmã psicóloga e jantamos, a maioria das pessoas comeram sushi, tadinho dos peixes pensou Fearn e comeu outra coisa, ficaram no shopping até fechar, ainda teve chocolate quente e um sehumano totalmente sem noção que ficou desfilando na frente da mesa, e ainda entrou na loja e conversou de costas para o atendente e olhando para a mesa. Dividiram um pouco depois das 10 horas da noite, Dr Julio foi encontrar David, Rafaela irmã de Dr Julio saiu com o namorado e Castello Velho e com sono foi deixar Fearn em casa, vermelho de sono e tomado pelo hipocondrismo jurava ter febre, e soltava juras e maldições toda vez que levava um tapa por causa de um carro amarelo. Em casa Fearn ligou o computador e viu um recado de Mister D. Parece que não tem mais solução, mas eu queria dizer que amei demais. Revoltado falou com o garoto para esclarecer, ele iria sumir mesmo e não queria que nada fizesse ele mudar de opinião por isso puxou assunto. F - Aquela frase significa o que? D – Nada não. F – Ótimo, em breve não sentirei mais nada por você. D – Para com isso! F – Parei. Escrito por Fearn às 13h40 [] [envie esta mensagem] 6 de Fevereiro de 2006 - Chuva de decisões Parte 1 Fearn foi dormir tarde e acordou tarde, já passavam das 8, detalhe para quem não lembra as 8:00 ele entra no trabalho. Foi obrigado a começar a rciocinar, tomar banho e se vestir mais só foi acordar mesmo dentro do ônibus, com o rosto grudado na janela ele via as pessoas transitando, meninos com uniformes de escola, muito mais carros que nos dias anteriores, fevereiro trouxe mais pessoas a cidade, era sim o início do ano como ele definira a uns dias atrás agora tudo era diferente, mais barulho, mas vida, mas coisas ao mesmo tempo e isso iria aumentar cada dia mais e mais. O céu anda cinza demais ultimamente, Fearn gosta da chuva, mas idéia de que possa chuver durante todo o carnaval o irrita um pouco, se recusou a carregar guarda chuva, ouvia a chuva cair na rua, mas preferiu pensar que era a pia do banheiro que derramava a água insistente, mas não se molhou muito, conseguiu atravessar a rua e chegar ao trabalho sem se molhar, é bom frisar sem se molhar muito, por que na verdade algo ali dizia que Fearn queria tomar um banho de chuva. Demorou para conseguir fazer o primeiro contato do dia com o amigo Castello Branco, passaram grande parte da manhã sem se falar, excesso de trabalho e boicote da internet que não estava funcionando, logo não enviava os emails, Fearn fugi15 minutos antes para almoçar, ele iria pra casa, no dia anterior que fizera o jantar para o Marco já pensara no almoço do dia seguinte e iria fazer uma coisa que não fazia a muito tempo, foi almoçar em casa, comida de verdade. Almoçou, conversou com Mister D, aquilo já estava virando palhaçada ele estava se prendendo a uma pessoa que aprontou muito com ele, fugiu da conversa então e resolveu dormir, não estava cansado, mas já que teria que ficar em casa que fizesse algo que não fosse ficar puxando papo com Mister D. Acordou 13:20, se arrumou e voltou para o trabalho, ai sim tudo tinha voltado ao normal, Sr Castello tinha conseguido mandar emails, começou a responder ao mesmo tempo que ia organizando suas coisas no trabalho, tinha que deixar tudo em ordem por que ainda ia sair de tarde, foi rapidamente ao banco por que tinha umas contas a pagar, na verdade acho que sempre se tem alguma conta a pagar, não importa onde seja e esperou ansiosamente a tarde passar. Chamou Castello para ir ao shopping mas o mesmo recusou, Sean daria sinal de vida mais no final da tarde, e Fearn esperaria Caio Lins, Marco, Dr Júlio e outras possíveis pessoas que poderiam vir, nessa noite eles comemorariam a entrada do pequeno garoto (Caio) na UNB, Fearn então saiu do trabalho e foi na lavanderia buscar duas pilhas de roupas que estava adiando buscar a uns dois ou três dias, passou em casa, arrumou a mochila com alguns itens que poderiam ser necessários e voltou para o trabalho já perto das 19:00 horas, acabou ficando por lá até as 20:00 A chuva que caia era monstruosa, podia até dizer cinematográfica, Fearn não resistiu decidiu ir a peá pra casa, e tomar um belo banho de chuva e foi o que fez, rapidamente ficou encharcado, o vento frio lhe cortava a pele, a brlusa branca grudava ao corpo e se tornava transparente deixando doda a região do torax a mostra, a agua escorria pelo seu cabelo, rosto e todo o resto do corpo, mas ele não sentia frio, ele se sentia bem, sentia as gotas tocaram com cuavidade o corpo como se o beijasse, ele queria que a chuva o lavasse e tirasse tudo d eruim do seu corpo, e no meio da tempestade onde nem pessoas com guarda-chuvas ousavam passar ele andava em direção a sua casa. Já em casa sem muito o que fazer foi escrever, parou, pois não conseguiu dar continuidade ao seu texto, e resolveu cozinhar, fez o jantar usando a receita que tinha lido em um blogue da internet, apenas substituiu a berinjela por pimentões coloridos e jantou, tomou banho, conversou com o Sr castelo Branco, ele dessa vez mandou Fearn ouvir a trilha sonora do falcão antes de dormir, mas Fearn se recusou, e deitou antes das 23:00 e adormeceu. Depois de rolar na cama meia hora de Dr Julio ligar e convida-lo apra comer pizz e ele recusar por que queria dormir cedo, o telefone toca novamente na linha era Caio Lins dizendo que está chegando com 4 horas de atraso, chegaria em 20 minutos para buscar Fearn, 20 minutos que foram gastos no pequeno menino convencendo Fearn a ir, e ele só aceitou por fecharam um acordo que voltariam pra casa antes de 1:00 da manhã, assim poderia dormir e trabalhar sem sentir muito sono. Sairam então Fearn, Caio Lins, Kvi Batata, Joheber A princesa dos cabelos de ébano de nome composto Mariana Luiza Dr Julio e a Paca de estimação, Não que seja uma Paca de verdade, mas é um garoto com o apelido de Paca, e é difícil descrever e explicar isso no momemto, Foram para o parque da cidade, na beira do lago, com 4 garrafas de vinho e 4 pacotes de salgadinhos e ficaram lá por duas horas Na volta no carro Dr Julio e Paca discutiam que nunca confiaram em Mister D, Fearn pensava que agora não adiantava confiar ou não confiar, as pessoas nunca confiam nas pessoas depois que elas aprontam, mas tarde demais. Escrito por Fearn às 16h55 [] [envie esta mensagem] ![]() Escrito por Fearn às 16h32 [] [envie esta mensagem] 5 de Fevereiro de 2007-02-05 - Grande demais para nós dois Parte 1 de 3 Inferno Astral que se preze não acaba tão fácil, foi o que Fearn pensou logo que recobrou a consciência, afinal ele acordou de manhã em etapas, primeiro para acordar Marco, o mesmo levantou tomou banho, se arrumou tudo as 5 da manhã para poder ir trabalhar antes é claro ainda ficou no computador, e deu um gostoso abraço matinal no amigo, era incrível como se conheciam. A segunda etapa foi duas hora depois quando Fearn sim tinha que ir trabalhar, e acordou tomou banho, se vestiu, arrumou a cama, a cama, quando saiu pra sala viu a cama de Marco arrumada, ele arrumara a cama antes de sair, singelo pensou o garoto mais eel tinha dessas coisas e isso que o encantava o amigo era muito singelo, o ato de fechar as janelas, arrumar a cama e desligar o botijão de gás sempre o encantava, ele era cuidadoso de uma forma única. Lembrou da noite passada que antes de dormir, enquanto rolava ainda na cama Marco se aproximou e lhe deu um copo dágua, Fearn pensou em recusar mais achou lindo a preocupação, colocou sobre o criado mudo, e de madrugada as 4:00 acordou com uma sede monstruosa, teve preguiça mas na mesma lembrou do copo, sorriu e bebu a água, como era bom ter o amigo por perto, não era apenas por causa da água ou da cama, da janela ou do gás, era diferente, era uma fonte de energia boa. Cada dia que passa o ano pareçe que vem com mais força, mais trabalho e mais coisas pra fazer, noite passada nas horas de insônia tomou mais algumas decisões em relação a nova peça, cortou algumas coisas mais cara, queria fazer, não quer desistir assim tão fácil, como a maioria das pessoas acha que vai fazer. A manhã no trabalho foi super corrida quando saiu para almoçar com o o Sr Castello Branco já eram quase uma hora, foram então ao Giraffas, impossível não lembrar, ele e Mister D almoçaram ali algumas vezes, sentaram na mesma mesas, uma que contém um ridículo coração com as letras I e D, Fearn foi picado por uma formiga alienígena que fez um buraco na sua mão, Castello dessa vez se contentou em comer a comida e não jogar nem um fio de cabelo dentro do prato, dizem que ele tem essa mania. O almoço correu tranquilo, conseguiram conversar sobre o final de semana que não se viram, e flar bem pouco da viagem que estava por vir, 10 dia spensava Fearn, queria sair da cidade, Brasília era um lugar grande e toda hora pensava que os dois poderiam viver ali, ele e Mister D não se encontrariam na rua, não se esbarraria tão cedo, a cidade era grande o suficiente para os dois? A tarde foi mais louca ainda Fearn passou horas sem poder respirar, e suas conversas tradicionais com o velho castello nem aconteceu, ele ficara realmente bem, a volta de Mister D não surtira um efeito horrível como imaginava, ainda mais com a mente atribulada de coisas, era mais fácil suportar. No final da tarde ele pegou o resultado do Vestibular da UNB, queria ver quem tinha passado duas pessoas que ele gostava muito tinham prestado, a alegria tomou seu rosto Caio Lins o ator da melhor peça do ano Vergba passara para artes cênicas, e o outro ser especial Victor não tinha passado, sentiu se triste sabai que o amigo estaria abalado, mandou uma mensagem para cada um e tentou dividir o tempo. Escrito por Fearn às 16h04 [] [envie esta mensagem] 5 de Fevereiro de 2007 - Grande demais para nós dois Parte 2 de 3 Na frente do shopping da cidade perdida no deserto eles fizeram uma praia, com cadeiras de sol, espriguiçadeiras, pranchas de surf, tudo muito agradável, bem próximo de uma praia quando se olha de longe, e além de tudo isso, na frente do shopping, no meio do setor comercial norte eles fizeram uma quadra de voley de praia, e os quatro desocupados resolveram que iriam jogar. Fenômenal, eles nem eram tão ruim assim, três sets de 21 pontos, duplas formadas por Fearn e Mariana Luiza contra Kavi Batata e Caio Lins, o sendentarismo e a condição dos fumantes atrapalharam os primeiros 15 minutos, a areia que erá algo vermelho também, mas depois esquentaram e o resultado foi espetacular e acirrado Set 1° Mari and Fearn 21 Kvi and Caio 13 Set 2° Mari and Fearn 19 Kvi and Caio 21 Set 3° Mari and Fearn 21 Kvi and Caio 18 Espetacular, no meio do jogo Dr Julio, e Ricardo um famoso bailarino amigo de Fearn chegaram e viraram a torcida do jogo fazendo muito barulho e incentivando as duplas, depois do jogo e da lavagem dos pés vermelhos Caio, Mari e Kvi tiveram que ir prometendo que no dia seguinte fariam uma reunião de comemoração por Caio ter passado no vestibular, E Fearn ficou com Dr Julio, Ricardo se foi mais rapidamente chegaram David namorado de Julio e a irmã de Julio com seu respectivos namorados, casais demais para a cabeça de Fearn que resolveu ir pra casa. Ele sabia que sua pressa de ir pra casa era por que queria ouvir da boca de Mister D que ele voltara para Brasília, mas deu com os burros nágua, quando chegou o garoto não estava online, conversou então com Castello Branco e Sean até que resolveu que iria fazer algo que não tinha feito no ano. Fearn iria cozinhar. Marco chegaria as 23:00 depois de um dia de trabalho em baixo do sol quente e morto de fome, nada melhor do que deixar um prato de comida para o amigo, que depois de tomar um bom banho poderia se deliciar com o jantar, foi então ao supermercado, fez suas compras, comprou até uma garrafa de vinho, e em casa pôs se a cozinhar. Teve de comprar muitas coisas pois sabia que em casa não teria mais nada afinal não abria a geladeira desde o ano passado por que um pimentão alienígena cheio de fungos e bactérias insistia em tentar manter contato, então além de cozinhar lavou a louça, limpou a pia toda, e aind apor cima jogou tudo que tinha dentro da geladeira fora, tá nem tudo ficaram 4 latas de cerveja, as únicas coisas que não tinham estragado. Mas como tudo acontece na hora errada, Fearn foi ao quarto e Mister D estava online, 5 minutos era o tempo que tinha senão não conseguiria fazer o jantar antes de Marco chegar a conversa foi rápida Mister D voltara para Brasília e voltara a ser frio também. F – Oi tudo bem D – Tudo sim e com você. F – Estoy mui biem. D – Que bueno. F – O que você queria falar comigo ontem. D – Nada não, deixa pra lá, esquece não era nada importante. F – Ok, então quando você aprender a confiar em mim, e parar de ser criança a gente conversa, e pode saber que eu não vou ficar no seu pé, nem correndo atrás de você, afinal você tomou a decisão e seguiu caminhos que você escolheu ok. D – Eu to em Brasília, voltei pra ficar. F – Que seja bem vindo de volta, vou sair por quê tenho que fazer comida, vou cozinhar essa noite, boa noite D - Fica, não vai. F – Estarei na cozinha se precisar falar comigo eu venho e respondo Nada mais foi dito entre os dois nessa noite. Escrito por Fearn às 16h03 [] [envie esta mensagem] 5 de Fevereiro de - Grande demais para nós dois Parte 3 de 3
Fearn colocou o bacon para fritar enaquanto se acalmava não iria cozinhar com raiva, fumou um cigarro pensou no amigo que chegaria cansado ele mereceria um prato d euma deliosa comida, corou os temperos, a cebola, a salsa, a cabolinha, pimentão e tomates, começou a refogar o tomate para começar o molho, quando o bacon estava frito colocou o resto dos temperos, ele já estava calmo, cozinhava com prazer, em outra panela colocou a água para aquecer, um fio de óleo, sal, um poucos de toques mágicos de curry e páprica, tomou uma taça de vinho, varreu a sala enquanto os temperos douravam, colocou a carne de molho no vinho e deu uma leve flambada, como era bom voltar a cozinhar pensava o menino, aos poucos ele ia lembrando da arte de ser cheff, já se deliciava. Marco chegou antes da hora, Fearn desceu abriu a porta, o amigo estava com uma cara de cansado, abraçaram-se e demoraram nesse abraço. F – O que foi? Como foi lá. M – Cansativo, mas bom, mas estou morto de fome, não comi nada hoje, estou muito cansado. F – Estou fazendo jantar pra você. M – Não acredito, como você sabia. F – Apenas imaginei que você chegaria querendo muito comer alguma coisa gostosa, tomar um banho e descansar, então resolvi providenciar. M – Você não existe. Fearn voltou ao fogão, nesse dia não despiu o amigo, estava ocupado demais na cozinha, Marco precisaria jantar e voltar pra casa ainda, afinal faziam dias que ele não ia pra casa, pareciam um casal, falaram sobre o que fizeram durante o dia, sobre as coisas que aconteceram, riram do que estava acontecendo e começaram a simular uma discução de como se fossem realmente um casal, os vizinhos ouvindo pensariam ser uma briga familiar, sentaram para jantar meia hora depois, Fearn não perdera o dom, ainda cozinhava como um anjo caído, deliciaram-se duplamente por muitos minutos a fio. E Marco ao terminar lavou os pratos e soltou uma frase. Igor Fearn Você é um anjo. Fearn levou o amigo a parada de ônibus, esperou com ele seu ônibus passar e foi para casa, Mister D já tinha saido da internet Conversou com o Sr Castello Branco enquanto tirava todas as suas roupas do armário e as guardava dobradas como deveriam ser, como estava uma bagunça, Castello anda surtando, essa insegurança de gente velha, ele não consegue entender que Fearn o considera um dos amigos mais e leais e verdadeiros que pode se ter um vida de mortal, anda tendo crises de ciúme e jogando an cara que Fearn sai com outros amigos, uma insegurança comum que alimenta o ego de Fearn, e Castello não sabe como isso pode ser perigoso. Fearn não abandonaria o amigo nem por dez novos amigos e isso Castello não sabia. Foi dormir tarde depois do armário arrumado já passando das 2 horas da manhã, sem Roberto Carlos tocando an vitrola mas com a forte voz de Ana Carolina cantanto musicas d edor de cotovelo que repetiam frases de casais que terminam e ainda sentem um pouco de amor.
Escrito por Fearn às 16h02 [] [envie esta mensagem] 4 de fevereiro de 2007 – A volta dos que não foram parte 1 de 2 16:00 isso é hora de acordar, tudo bem que no domingo as coisas são permitidas, você pode dormir um pouco mais, além do mais 16:00 Fearn já estava pronto, de banho tomado, com roupas limpas com o amigo Marco pronto pra sair, acordaram na verdade as 15:00, as 16:05 o cal amigo saiu morrendo de fome, tinham de passar em um teatro chamado Mapati, uma reunião rápida que Marco teria sobre um futuro trabalho, quando estavam chegando tomaram chuva e chegaram levemente molhados, Marco foi para sua reunião, e Fearn encontrou ali seu filho Kael, conversaram, fumaram um cigarro de reflexão, Kael estava abalado, Fearn não gostava de ver o filho assim. O pequeno garoto, uma criança de bermuda e camisa branca, cabelos loiros como o do pai tinha seus olhos acinzentados belos como sempre, mais marejados, com gostas que ameaçariam cair a qualquer momento, ele estava triste, o termino foi para ele algo muito forte, era pai e filho tinham muitas coisas iguais, o garoto insistia em dizer que estava bem, como ali nas entrelinhas falasse, me da colo, me dá o Marco de volta pra mim, me devolve minha felicidade, e pra um pai não tem nada pior do que ver o filho sofrendo e não poder fazer nada. Quando Marco saiu viu os dois juntos, viu o cena os dois deitados no sofá e assim coviodou kael para alomoçar com eles. F – Por que você fez isso? M – Ele parece tão triste, acho que vai gostar de companhia. Foram os três almoçar em uma padaria perto, enquanto Fearn fazia os pedidos deixando os dosi conversando em uma mesa mais longe pensava, ele estava ficando agoniado com aquela situação estava ficando agoniado com mais coisas também, quando voltou pra mesa o filho comeue saiu rápido, ouvindo relatos depois percebeu o que tinha acontecido, o filho vira uma marca no pescoço de Marco, por isso tinah ido embora, com certeza não estava bem. Então Fearn e Marco foram ao shopping, eles tinham conversado sobre a distância, sobre o fato, sobre estarem tão separados, não havia uma lógica, ou um por que disso ter acontecido, apenas nãoe stavam se vendo, passaram um mês todo e podiam contar nos dedos quantas vezes se viram, 10, e antes se viam todos os dias e dormiam um na casa do outro três vezes por dia, programaram então um dia de matar a saudade, almoçariam, iriam ao shiopping iriam ao cinema e de noite se desse jantaria com Dr Julio e David, coisas Lights por que os trabalharia cedo na segunda feira. Mas tudo durou muito pouco, ao shegarem no shopping uma ligação telefônica separou Marco de Fearn por uns 20 minutos,Fearn encostado em uma pilastra próxima sentiu medo, era observado por um homem um adolescente de rosto estranho e olha psicopatico, trajava uma calça azul larga e uma blusa de frio, andava em cículos ao redor de Fearn e arqueava as sombrancelhas querendo comprimenta-lo, o garoto cansou e começoui a rodear Marco que logo que desligou o telefone encontrou o amigo e comentaram sobre o tarado n° 1. Tarado numero 1 por que esse dias cruzariam ainda com amsi alguns tarado sorridentes, que insistiam em passar mais de uma vez na frente dos garotos, r sorriam, seguiam ou apenas ficavam olhando como se implorasse por sexo, mundo estranho esse de hoje em dia, mais a melhor cena de todas não envolviam homens e sim mulheres. Subiam as escadas rolantes do 2 para o 3 pavimento, os dois amigos ocupavam o mesmo degrau da escada, Fearn ao telefone e Marco olhando para o lado, na escada que descia vinham duas senhoras cerca de seus 60 anos, meio gordinhas e simpáticas, ela olhava diretamente no olho de Fearn, tentava flertar com o garoto, e quando ele desviou o olhar viu a outra senhora sorrindo para marco, e fazendo caretas como se flertasse com o garoto e o mesmo ajudava e dava gorda, passaram por elas, Fearn chocado perguntou pro amigo se isso acontecera mesmo ou se era só impressão sua, mas não. Não tinha sido impressão foram relmente vitímas dos olhares sedutores e experientes das senhoras que episódio incrivel pensou Fearn. Escrito por Fearn às 09h28 [] [envie esta mensagem] 4 de fevereiro de 2007 A volta dos que não foram parte 2 de 2
M – Não vou te deixar sozinho, o que você vai fazer? F – Vai, não tem problema, estou acostumado a essa solidão, cumprirei nossos planos asistirei um filme, nos encontraremos depois as 21:00 da tempo de resolver tudo. M – É por isso que não quero lhe deixar, você anda muito sozinho, e esse é nosso momento. F – Melhor você ir meu filho precisa mais de você nesse momento. Enquanto Marco descia a escada rolante viram então o tarado número 3 que ficava no final da escada rolante sorrindo para as pessoas que desciam, e para mim no outro pavimento, depois de encarar e seguir Marco com os olhos pôs se a andar atrás do garoto até que o mesmo saiu do shopping. Fearn então seguiu o programa conbinado, subiu tomou um sorvete, entrou na fila kilométrica do cinema, viu um grupo de adoslescente 18 19 anos, todos com sorvete na mão, mais um era um espetáculo ele além de bonito transformara o ato de tomar o sorvete em um espetáculo quase sexual, continuou na fila comprou os ingressos entrou 5 minutos atrasado na metade do primeiro trailer, e se afundou em uma poltrona na única fileira vaizia do cinema lotado, a terceira fileira 9 cadeira da esquerda pra direita, como gostava, no meio. O filme se chamava a procura da felicidade, tinha atuações impecáveis, mas não agradou, Fearn achou o filme correto, clichê, com uma mensagem bonita que você nunca deve desistir, mas tinha sofrimento demais, tudo realidade ele sabia mas faltou ponderação, um apelo dramático canalizado que te fizesse torcer pelo personagem, mas não foi assim, todo mundo sabia que no final ele encontraria a felicidade e nçao via hora disso acontecer para o filme acabar, Fearn estava agoniado, suas mãos mais frias ainda, algo tinah acontecido, ele não conseguia parar de pensar no Mister D nas coisas que ele passaria fora do Brasil, estava muito ansioso e no meio do filme sua agonia tem explicação Sr Castelo Branco com toda sua sabedoria leh manda uma mensagem. Amigo, acho que virão dias esquisitos pra você pela frente... Alguem está voltando pra Brasilia. Suficiente para a dor que estava apertando seu coração aumentar, ele respirava mais rápido o ar lhe faltava, uma agonia, ele sabia que Mister D ia voltar cedo ou tarde, mas não assim tão cedo e tão bruscamente, demorou para se acalamar e assistir o final do filme. Saiu 20:30 esperai Marco as 21:00 mas não precisou o amigo já estava ali lhe esperando, sorrindo se abraçaram pela enésima vez, aquele abraço lhe confortava, desceram para o canto dos amantes, lá estavam Dr Julio e David, fumaram seus ocasionais cigarros, e conversaram, Fearn usou o celular do médico e Ligou pro velho Castello, sim Mister D chegaria em um dia, voltaria para morar seu visto não tinha sido aceito, e ele não iria mais embora teriam que conviver. Fearn então antes de se calar olhou para Marco e apenas disse, precisamos conversar hoje a noite. Tinham um jantar conbinado que foi por água abaixo, o casal de namorados consumiram pilhas de chocolate e não queriam mais comer então deixaram Fearn e Marco na Rodoviária, e puft desaparesceram. A viagem costumeira de ônibus pareceu demorar mais, foram a um restaurante, jantariam os dois apenas, e foi o que fizeram, Fearn contou o que estava acontecendo, conversaram sobre o rompimento, sobre o filho, sobre tudo que os afligia, falaram sobre sentimentos e as mudabças que eles causam, e só depois foram para a casa, dormiriam mais uma noite juntos. Fearn foi direto falar com o Sr Castello Branco, era uma espécie de oráculo do Matrix que tem todas as respostas, e tinha sabia tudo que tinha acontecido, é incrível a sabedoria desse homem, Mister D tivera o visto recusado e realmente chegaria no dia seguinte, voltariam a estar na mesma cidade, as coisas mudariam novamente. Finalizando as instruções do ancião, o velho mandou Fearn ouvir Roberto Carlos, segundo ele o Rei teria canções perfeitas para aquele momento, Fearn seguiu o conselho por que lembrou que Castello fizera o pré escolar com o Rei e deitou ouvindo Roberto cantar. Marco se arrumou para dormir tomou banho, logo depois Fearn enquanto Marco ficou no computador, Fearn deitou com a voz do rei ocupando o apartamento e ficou ali quietinho, antes de Marco se deitar ele abraçou o amigo, um abraço forte e quente de homem sem camisa e lhe deu boa noite, foi na cozinha trouxe um copo de água para o amigo que nunca bebe água, Fearn até pensou em recusar mas achou bonita a delicadeza do ato, quando Marco se deitou da sala ele ainda gritou. Fearn, uma nova era está por vir, uma nova era de dias bons. Escrito por Fearn às 09h27 [] [envie esta mensagem] 03 de Fevereiro de 2007 parte 1 - Brigas e reencontros 03 de Fevereiro de 2007 Pensem em um dia cinza entediante, meu deus, chuva, nuvem, um cheiro de segunda feira insuportável, e detalhe sábado, era o que Fearn lembrava todas as horas, ele achava sempre ruim trabalhar no sábado, principalmente agora que estava tomando gosto pela cama e pelas maravilhosas horas de sono. Fearn trabalharia as 8:00 mas quem disse que os desuses do sono lhe permitiram acordar esse horário, não pode, quando viu eram 9:00 e ele estava descendo as escadas para ir trabalhar, e sábado nada de ônibus, melhor ir a pé, ativar circulação sanguínea, fazer exercício sempre é bom, parou ainda no shopping que se localiza na frente do seu trbalho, e andou em busca d eum presente para uma amiga no emprego, revirou a livraria e encontrou um livro, ai depois ainda teve que ir a papelaria formular um embrulho, isso tudo levou uma hora e chegou ao trabalho com duas horas de atraso, desceu ainda pra tomar café da manhã, assim seri quase impossível terminar tudo que tinha pra fazer, mas consegui, as pessoas foram embora as 14:00 ele saiu as 15:00 e pode enfim ir pra casa. Dormiu era o que ele queria, sentia sono, sentia-se cansado, e deitou na cama de roupa mesmo, no celular que tinha sido esquecido embaixo do travesseiro 5 chamadas não atendidas era seu princípe hibrido, Marco, falaram-se conbinaram um possível encontro e Ferrn adormeceu, 20 minutos depois acorda com o Sr Castelo Branco ligamdo, sua voz de sono entregou sua condição, despediram-se e Fearn voltou a dormir. Mas alguns 20 minutos e o telefone toca era Dr Julio, e toda sua pressa que as vezes o acompanha. _ DR J – Acorda, em 8 minutos e meio estarei passando ai pra te pegar, iremos ao meu apartamente pegar uns brinquedos antigos e levaremos pro abrigo das crianças, isso vai te fazer bem. F – Bem ! Tem certeza, como eu poderei ficar bem em um lugar cheio de crianças abandonas que não são felizes,que tem sonhos que sabem que não vão realizar, e que sentem falta de pessoas que não conhecem. DR J – Se arruma, anima, nós vamos lá sim. E desligou o telefone, Fearn apenas colocou o óculos escuro e desceu, com a cara amassada, roupas amassadas e um resquício de sono ainda presente no corpo, ao chegar ao local conbinado o amigo já estava atrasado a 2 minutos, foi então abordado por um senhor mulato, de 2 metros de altura, olhos vermelhos, usava uma blusa vermelha e uma bermuda amarela, esse mesmo puxou conversa, chorou, implorou por um kilo de açucar, tentou de todas a sformas que ele tirasse seu caso para experimentar, e o detalhe que visivelmente o casaco não serviria no homem, Fearn fugia quando o amigo médico chegou e o resgatou quase salvando-lhe a vida. Passaram um resto de tarde nostálgica, separar brinquedos, olhas as coisas que foram criadas as 10 15 anos atrás para divertir as crianças, os cavaleiros do Zoodiaco, a febre dos dinossauros dos anos 90, futebóis de botão, os famosos tazos que vinham nos salgadinhos já final dos anos 90, muitas coisas que ficaram para trás e deram lugar aos jogos de computadores e video games cada vez mais poderosos. Saíram de lá com os brinquedos e se juntaram com a irmã do Dr que também separara todo seus arsenal rosa, caixas que continham toda a vida da modesta bárbie, casa, mesa, sala de jantar, sofás, tvs, e muitas outras coisas. Enquanto foram ao abrigo Fearn juntou Sean e Castello Branco, não por maldade, nem para instigar as brigas que eles sempre tem, apenas quis ajudar mesmo, mas depois pensou que seria muito interessante ver esse encontro mas ficou na curiosidade. A entrega dos brinquedos foi realmente agradável, o contato com as crinças, a observação, as personalidades, a hora de ganhar o brinquedo, dividir, as brigas, a consciência das crinças, a felicidade. Existe no mundo pessoas muito estranhas, abandonar uma criança, sofrer tanto e ter que abrir mão de um filho por falta de dinheiro, tragédias que os deixam sozinhos, é dificil ser gente grande nos dias de hoje. Do abrigo buscaram Marco, clima estranho, coisas novas no ar, o amigo estava cheio de algo que Fearn não sabia o que era, precisavam ficar só, Dr júlio foi tomar banho enquanto na sala do Médico os três discutiam psicologia, quando o Dr ficou pronto sairam, Fearn e Marco ficaram em casa, Dr Julio foi comprar presentes, David faria aniversário na segunda feira.
Escrito por Fearn às 10h32 [] [envie esta mensagem] 03 de Fevereiro de 2007 parte 1 - Brigas e reencontros PARTE 2
As coisas realmente não iam bem, um rompimento, Fearn perdia ali o genro, sabia que ainda teria o amigo, mas Marco e o filho de Fearn tinham rompido, ficaram um bom tempo na cama conversando mas quando anoitecei Marco tomou um banho e se arrumou iria encontrar com a amiga índia e assim deixou Fearn. Meia hora depois Sean ligou para Fearn, Mc Donalds se encontrariam lá, Sean não queria ficar em casa, seu computador estava sofrendo de ataques epiléticos, e quando chegou no Mc donalds portava um notebook, problema resolvido não sofreria mais com um computador chato, imagine Sean comprou um notebook, ganhou uma chapinha alisante de cabelos, uma escova de fazer alguma coisa estranha no cabelo, e um espremedor de frutas, surreal os brindes de hoje em dia. Se arrumaram então na casa de Fearn, e sairam em direção a um bar na asa sul, iriam para uma festa com muita gente, pararam no bar onde estavam Dr Júlio e David, tomaram apenas uma dose de Tequila cada um e foram embora se encontrariam na porta da festa, passaram antes no supermercado, equipados com 2 garrafas de vinho, 6 Smirnofs Ice, 1 Sprite, e 1 Bacardi Lemon e dois copos, um escrito maça. Outro escrito morango e seguiram para a festa. Festa: um lugar muito cheio, com música alta, muita gente conhecida, onde você tem que dar atenção pra todo mundo, Fearn no mesmo instante percebeu e lembrou por que faziam uns dois anos que frequentava um lugar assim. Pessoas arrogantes, de nariz em pé exibindo o último modelo de coleções que compraram na ligação que começara um dia antes, na primeira meia hora tudo normal, depois de uma hora 50% dos homens começavam a tirar a blusa, exibindo os músculos que enfeitavam o corpo, ou as gorduram que balançavam ao som da música. Encontrou um amigo psudo hetero, boa pessoa, mas estremamente chata quando bebe, e com o tempo foi ficando pior e mais insuportável, até resultar numa boa briga, alguns socos e cotoveladas, assim o garoto se acalmou depois de levar uma surra verbal e real, algumas pessoas ficaram chocadas e não conheciam esse lado violento de Fearn, afinal não tinha sido tão violento apenas mostrou quem mandava ali. Aproveitou a presença dos amigos, se um divertiu um pouco, bebeu muito, manteve a elegância e a educação sempre, ria da falsidade de algumas pessoas, é realmente estranho ver como algumas pessoas se comportam pensava nosso herói, foi o último dos conhecidos a partir, saiu já perto das 7 da manhã, indícios de um sol nascente, fim da música, luzes acesas, partiram ele e Sean bêbado comentendo a infração de direigir alcoolizado, não façam isso em casa pensou Fearn. Chegou em casa, tomou banho de 5 minutos e desmaiou, acordou 10 minutos com o telefone tocando. F – Alô (com voz de sono) M – Oi sou eu o Marco, estou aqui em baixo. F – Ah tudo bem. E voltou a dormir, dormiu mais 40 minutos quando o telefone tocou d enovo, falou novamente com o amigo, e lembrou que tinha que abrir a porta para Marco subir, levantou e foi, meio sonâmbulo, o amigo subiu, e deitaram conversaram um pouco dormiram abraçados por meia hora, depois o amigo foi para a cama dele e adormeceram de verdade. Escrito por Fearn às 10h30 [] [envie esta mensagem] |