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Escrito por Fearn às 11h20
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Carta de Fearn para o mês de Fevereiro:

O ano começou senti isso esses dias, muitas pessoas novas apareceram, e já se foram ficaram os que tinham que ficar ou não, alguém que eu queria que ficasse se foi, mas deixou muitas lembranças boas, uma ruim talvez, mas é assim as pessoas vão, as coisas duram o tempo que tem que durar e muitas vezes você não pode mudar isso, percebi o quanto esses dois anos de faculdade me fizeram amadurecer, tudo bem que é a segunda faculdade, mas agora eu to na metade do curso, me dedico feito um louco e colho frutos muito bons de tudo isso me estimula,

 

Deveria estar ensaiando loucamente já, mas ainda marco leituras e peno pra escrever, escrevi um livro inteiro e não consigo desenrolar a metade de uma peça, começo fim e mais da metade escrita, mais tem 20 minutos de peça que não consigo escrever, tem coisas que não quero escrever.

 

Decidi muitas coisas, descobri que tenho medo de outras e me pego já no segundo mês do ano, assim de supetão com um romance nas costas, Milhares de resoluções de planos e uma casa de 40 m² que nunca consigo terminar de arrumar, meu principe encantado volta em abril (para os fofoqueiros de plantão é apenas meu melhor amigo que está na bahia a mais de um ano) esse ano as coisas vão mudar? Mas o que é mudar? O que precisa ser feito para o ano ser bom ?

O ser humano reclama demais, eu tenho casa, emprego, amigos maravilhosos, sai de um anmoro incrível, quebrei a cara três vezes depois disso, escrevo inveteradamente, fui indicado a melhor peça do ano, ganhei 3 prêmios que dão reconhecimento ao meu trablho direto, obtive notas fantásticas na faculdade, estou a frente da minha turma fazendo matérias a mais, recebi convite de pós graduação no exterior em uma cidade que eu gostaria de ir. Tirei milhares de fotos, gastei horrores e paguei quase tudo, tenho poucas dívidas, três ou 4 viagens programadas para esse ano (caldas, pirinópolis, são paulo e santa catarina) quem sabe Peru ou chile ou Buenos Aires no final do ano,Mais eu quero mais, nem sei bem o que é ser esse mais,mas sei que posso muito mais, quero me formar, quero escrever e ser reconhecido por isso, quero ser promovido, fazer outra faculdade, fazer minha pós, quero participar de festivais, fugir pra londres, viver uma paixão arrebatadora volume II, quero ter um filho e essa idéia me consome cada vez mais, quero pular de  paraquedas, gravar meu filme, estreiar minhas peças que guardo na manga, quero rir, dar gargalhadas sem parar de tudo que acontece a minha volta, quero me apaixonar três vezes por dia e chorar numa sessão de cinema barata de quarta feira a noite.

 

Quero acabar a dama das chaves, escrever a continuação, acabar o roteiro do filme, ir ao chile, me tornar angel santiago, mais eu adoro ser fearn, voar de teco teco, andar passar por uma daquelas pontes de madeira velha e cordas carcomidas, quero sair a noite tomar um porre, ter dor de cabeça, dor de cotovelo, comprar um carro, uma casa, ir num campo de para quedas que não vo a anos, superar meus traumas, ir em um cemitério em especial, andar a cavalo, tocar violão, dormir nos braços de um amigo cantor, sonhar com as aves de rapina que levaram um pouco da minha coragem.

Queria morar em um condomínio com todos os meus amigos, que ao menor sinal de fraqueza eles viessem me amparar, queria demonstrar sinais de fraqueza, ser forte o tempo todo cansa, mas já me acostumei, quero me desacostumar das coisas, quebrar a rotina, descer uma corredeira, aprender a nadar, virar bombeiro e salvar um cachorro de um prédio em chamas, ganhar um abraço do seu dono de 4 anos, ou um sorriso distante, quem sabe uma medalha de salvador de cães.

Quero poder dormir sem medo de acordar e sentir saudade, ouvir aladin sem ter os olhos marejados de lágrimas, andar sem lembrar de tantas coisas, esquecer algumas coisas boas que me fazem sofrer, me desligar do passado e me desligar do presente, eu lembro de coisas demais.

Quero pular na cama elástica e dar um mortal sem medo de cair e bater na madeira, quero estar em dois lugares ao mesmo tempo e estarei em menos de 15 dias, quero fazer minha tattoagem e se eu tiver coragem vou me dar de aniversário, quero ir a praga e admirar aquele belo relógio, quero ver um vampiro, quero beijar um vampiro.

Queria levar meu filho pra conhecer o mundo, tirar a angustia do peito dele, e lhe mostrar caminhos cheio de certezas, quermo montar uma biblioteca em casa e ler cada dia mais, quero poder adivinhar a temperatura e ahora na hora que eu quiser, queria parar o tempo, congelar as coisas, ser uma bruxa, ter um gato preto, construir coisas.

Enfim quero mais, muito mais do que já tenho, mas enquanto isso, vivo com a dádiva que ganhei dos céus, as pessoas perfeitas que me rodeiam, nem tão perfeitas mais seus defeitos me fazem ver o quão especias são, me aproximei ou reaproximei de pessoas muito boas nesses ultimos dois meses, e conseguir ser feliz de uma forma inenarrável.



Escrito por Fearn às 11h18
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2 de fevereiro de 2007

 

Acordou tão atrasado que só tomou banho, se arrumou pegou o livro na mesa de cabeçeira e saiu correndo, deixando o celular em cima da cama, percebeu apenas uma hora depois, já sentado na mesa de trabalho o que fizera, mas já era tarde demais, passaria o dia sem o telefone, e se desse sorte chegaria em casa e encontraria algumas chamadas não atendidas, ou não pegaria o telefone imóvel no mesmo lugar sem nenhum sinal ou de mensagens ou de telefonemas.

Quem sabe não teria uma mensagem da operadora telefônica mandando colocar créditos, ou ligação de alguém que discou o número por engano, só saberia isso a noite quando retornasse pra casa. Quanto drama para só uma pessoa pensou o garoto.na hora do almoço envolvido com o novo livro,  4 dias de leitura e já passava da metade, devorava, agora era uma vampira negra de quase 200 anos que narrava sua história, Fearn pensava por que Vianco não escrevera um licro só sobre Cáliope, ele compraria com erteza a história da mulher era linda, perdi-se nos relatos, um capítulo com mais de 50 páginas e não cansava de ler, foi interrompido por um velho segurança do prédio puchando conversa, mas não podia, ele estava preso pela voz da negra de olhos aguados, estava ouvindo a história e deixou o homem ali que logo saiu se sequer ser notado, a concentração só foi quebrada quando seu nome soou alto, vindo de algum lugar, nome e sobrenome oque não é muito comum, depois de alguns minutos identificou um dos amigos da época escolar começaram a conversar.

A tarde correu calma e tranquila, mais a noite as coisas foram diferentes, não ruins ou erradas apenas diferentes, Sr Castelo Branco sovina não queria sair para economizar para a futura viagem, Dr Julio depois de um dia estressante tinha uma consulta com a Psic´loga mais depois de uma hora estaria livre, ou seja as 21:00, Fearn pensara até em não sair, em ficar em casa, e quando chgou em casa achou seu celular em baixo do travesseiro, como tinha deixado no mesmo dia ao acordar e riu quando pegou e apertou o primeiro botão que viu na frente, uma chamada não atendida de um número estranho que quando chamado foi atendido por um homem de nome Castro que não sabia que discaria o número de Fearn, e surpreendentemente havia uma mensagem e era da operadora de celular dizendo que ele tinha ganhado 15% de desconto na compra de um ingresso de um show que aconteceria na semana seguinte.

O tédio dominava o corpo de Fearn que não tinha vontade fazer nada apenas de ler, então ficou na cama e devorou cerca de 100 páginas de seu livro de vampiros que cada hora chegava bem mais perto do fim, até que interrompido pelo amigo e anão caio Lins foi convidado a ir para o tradicional e costumeiro Beirute, e 5 minutos depois seu amigo Sean também convida e então decide ir, prometendo para si mesmo que voltaria cedo afinal trabalharia no sábado e teria que estar mais ou menos descansado por que ainda teria ensaio a noite.

 

O beirute foi um tédio, muita gente, muitas pessoas, saudades, cheiros, pessoas que insistiam em falar em espanhol, em perguntar pelo espanhol, as pessoas gostavam muito de Mister D, Fearn sabia disso, ele gostava muito, mas a saudade intensificava isso, se estivessem perto não seria assim, a distancia aumenta tudo, aumenta o querer a vontade,  é o impossível que instiga.



Escrito por Fearn às 11h12
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2 de fevereiro de 2007 Pecados Intimos Parte 2

Um palhaço comparou Fearn com icone Pop Mexicano Sean foi cantado por esse mesmo palhaço que vendia cartões o palhaço disse que aceitaria um beijo do garoto , Fearn e Sean foram convidados para um aniversário onde Xuxa se apresentaria, a conta demorou duas horas pra chegar pessoas estranhas passavam querendo ser cumprimentadas, gente, gente e mais gente, a noite foi salva por que mais de meia noite foram ao cinema e assistiram um filme chamado pecados íntimos.

Surreal você sair de um bar com mais 6 amigos e ir pro cinema, mas tentem por que Fearn achou realmente muito interessante isso, no caminho sentiu o vento no seu rosto, e um perfume doce entrou pelo nariz, queria voar, queria poder perder seus medos, no cinema via a história de casais infelizes, perdidos no tédio do casamento, querendo uma solução uma justificativa pra tanto tormento, amantes, reais e virtuais, dinheiro não compra a felicidade, paixão sim, tórrida, emocionante, o medo de tocar, o desejo do beijo, a chuva, roupas molhadas, o medo de ser apanhado, o peso na consciência, o medo do futuro a vontade de fugir.

Nessa mesma tarde Fearn conversava com Mister D

D – Ando sentindo tanta saudade, preciso de alguem pra cuidar de mim!

F – Tipo quem?:

D – Tipo você, que sabe fazer tudo de um jeito que eu tenha vontade que o tempo pare para ficar nos seus braços.

F – Vamos fugir?

D – Para onde?

F – Pra um lugar que haja só nós dois.

Silêncio, ninguém fala mais nada.

Fuga, nada mais conto de fadas do que fugir com um amante, subir em uma moto, montar um cavalo, levar um tiro no meio do caminho, jamais chegar no local marcado, medo desistir, arranjar desculpas, não ir.

Fearn saiu do cinema transtornado, havia gostado demais do filme, voltou pra casa as 3 da manhã passando por milhares de mulheres que exibem na rua e vendem seus corpos, corajosas são aquelas mulheres, corajosos e solitários são os homens que as procuram, Fearn dormiu pensando em toda essa solidão que assola as pessoas. mulheres nus por debaixo do sobretudo, mulheres de todos os tipos seduzindo as pessoas que passavam pelas ruas.

Escrito por Fearn às 11h11
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Escrito por Fearn às 11h03
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01 de fevereiro de 2007 - O mundo dá voltas

Todo carnaval tem seu fim já diria o vocalista dos Los Hermanos, mas não foi o carnaval que acabou, na verdade ele ainda estava por vir e provavelmente seria muito bom, o que acabou foi janeiro, foi o mês de fatos marcantes, de rever os amigos, voltar a ter vida social e sair, sair muito, chegar tarde em casa, passar o dia com sono, mês de conhecer um espanhol,  de aprimorar o espanhol, mês de rir e de sofrer, foi um bom mês.

O impossível sempre cativa a cabeça do ser humano, sempre o desafia, e o dia primeiro foi repleto desse sentimento, enfim um novo mês, janeiro ficando pra trás ficariam também as lembranças, as mágoas, mas os dias felizes também cairiam no esquecimento, a caminhada da noite passada com Mister V fora muito boa mas se envolver com alguém agora não seria nada bom. Fearn ainda tem cicatrizes abertas no peito, consegue lidar muito bem com elas mas elas existem.

A chatice dos últimos dias de Fearn consiste em ter de fugir de lembranças, dos restaurantes, das músicas, e dos lugares que foi com Mister D, esses lugares lhe trazem uma saudade iremediável, ele não imaginava que sentiria tanto, prende-se todos os minutos que pode em um livro de vampiros e a confusão é tanta que nunca se diecide se quer caça-los ou ser um deles.

O fim de semana se aproximava e ele abomina a idéia de ter de ficar trancado em casa só, mas também abominava a idéia de estar no meio de muita gente, queria ficar perto dos amigos, seria o suficiente, nada dessas festas e bares badalados, mas talvez tivesse que se render ou a um ou a outro, queria talvez se trancar em casa com o amigo músico e contar a ele o que aconteceu no último mês, deixar ele a par das coisas, explicar o telefonema aleatório com a voz marcada por cicatrizes como o amigo mesmo disse, queria uma noite só deles, mas isso seria difícil.

Olhou para o baú da sala, teria que mecher ali cedo ou tarde, agendaria uma arrumação, ali estava a maioria dos seus textos seus livros inacabados, e suas peças de teatro, apodrecendo, prestes a tomar chuva e tudo se perder, impossível organizar a vida tendo uma bagunça em casa, repetia para si mesmo diversas vezes.

Mês de carnaval, ele odiava carnaval mas decidira aproveitar o máximo nesse ano, mês de voltar pra faculdade e não via a hora disso acontecer, abandonar o teatro assim por um mês tinha sido muito difícil e estava fazendo muita falta, mas isso acabaria, o primeiro ensaio estava marcado par ao dia 3 de fevereiro, ou seja próximo sábado, reveria os amigos do grupo e voltaria a respirar arte, fevereiro seria bom, sem sotaques espanhóis.

Pensou tarde demais, o primeiro dia de Fevereiro foi marcado por uma conversa 1 hora interrupta de conversa com Mister D, de derretimento e saudade, os dois estão sentindo falta um do outro, e desistiram de esconder, assumiram, afinal maior parte do tempo foram sinceros um com o outro, mas tarde demais janeiro acabou acabou e com o mês se foi romance Mister D está cada dia mais longe, literalmente falando, ele já não está em Brasília e logo não estará mais no País. Pensava se isso só acontecia por causa da distancia, afinal era facil para Mister D dizer que sentia saudades e queria voltar atrás ir para a casa de Fearn agora que era impossível, o mundo dá voltas pensavam Fearn.



Escrito por Fearn às 11h03
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31 de janeiro de 2007 - Um encontro Saudável

 

Acordar foi difícil, mas ele não se arrependia de ter ido dormir tarde, valera muito a pena, ele tinha resolvido voltar ao computador na hora certa.  Tomou um banho gelado, na manhã fria de quarta feira para espantar o sono, vestiu se bem, pegou o seu livro o quinto do mês, e saiu vendo ainda um céu nublado, um vento frio, mas com grandes chances de ter sol.

Fearn passara a manhã trabalhando e pensando nas diversas situações que tinha se metido nesses últimos seis meses que estava solteiro, situaçõe inusitadas que ele gostava, apesar da catástrofe que fou seu romance com Mister D ele achava uma história bonita, um desses casos cinematográficos embora sofresse com isso não era um romance banal tinha histórias para contar, e o melhor isso alimentava sua alma de escritor, Lembrou de Mister G2, e do encontro que tiveram.

Breve Relato.

Logo depois que Fearn terminou com o pianista ele conheceu um garoto que tinha o mesmo nome, encontraram-se na frente de uma igreja famosa da cidade, e foram para a beira do lago e passaram uma noite excelente, conversando muito, dias depois o menino desaparesceu existem pessoas que não gostam de conversas . Fim do Breve relato.

E pensou nesses encontros inusitados, ele gostava do romantismo, dos jantares, e encontros formais, mais isso estava sendo interessante eram coisas novas na sua vida, e essa noite seria assim de novo saíriam com Mister V e iriam caminha juntos, o que de certa forma seria bom por quê ele queria começar um atividade física, mas um nadador, que malaha diariamente, corre, e faz mais milhares de coisas é um pouco demais, será que viria a alcançar esse ritmo ?

Como sempre ele já estava pensando e tentando antecipar o futuro, sorriu sem graça com o canto da boca como se alguém lesse seus pensamentos e resolveu se preocupar com isso só mais tarde quando estivesse bem perto da hora do encontro. Almoçou na casa di Velho Castello Branco, e quando voltou para o trabalho gotinnhas de chuva ameçavam cair pensou que se chuvesse a caminhada estaria comprometida mas isso mudos depois das 16:00 da tarde o céu abriu, as nuvens foram sumindo e as 17:30 já se observava em Brasília um céu azul eum sol quente de fim de tarde.

Estava pontualmente no local marcado, saíram e começaram a caminhada, um sol ameno quase se pondo fez companhia a dupla, e aos milhares de seres atléticos e saudáveis que cruzavam o caminho dos dois. A conversa foi realmente muito engraçada, eles se entrosaram bem e em 5 minutos pareciam amigos de anos, conversavam sobre amigos em comuns, sobre a vida na cidade, e profissões, mas Fearn não dava brecha para assuntos pessoas, Mister V quando perceber já falava de sua vida, contava alguns detalhes, mas não foi o suficiente para fazer Fearn descer do cavalo e se abrir também, nem por orgulho, nem pra ser fazer de difícil, ele só estava assim esses dias mais fechado do que normalmente, falar de si era abrir caminho pra intimidade, e ele não queria isso.

Caminharam por duas horas e Mister V ainda deixou Fearn bem na porta de casa, despediram-se friamente, Fearn sabia ser frio quando queria foi pra casa afundou-se em pensamentos desceu para jantar um pouco depois e voltou queria dormir, era o que ele melhor estava fazendo esses dias

Escrito por Fearn às 10h07
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30 de Janeiro de 2007 - O carro Evesível

Fearn nem acreditara que tinha conseguido dormir tanto quanto queria, acordeou ainda com braços doendo, e agora as coxas também, mas estava descansado, e o melhor ele sabia que seria o dia D, afinal nessa tarde do dia 30, essa terça feira o Mister D deixaria a cidade, e se tudo desse certo ele passasse tranquilamente pela imigração e entrava corretamente na Inglaterra não se veriam novamente, pelo menos não nos próximos meses, ou anos, é importante frisar que não era sua vontade, mas sim a coisa mais sensata a querer, ele poderia tocar a vida dele sem ficar sempre pensando em como tudo poderia ter sido diferente.

Os dias estavam se tornando normais e corriqueiros, não quisera sair na noitte passada e isso lhe fez bem, a conversa com Mister V que aconteceu por acidente foi boa, ele dormira pensando se as coisas acontecem na hora certa, se Mister V tivesse voltado de viagem uma semana antes no auge do Namoro de Fearn e Mister D eles nem estariam se falando agora, a vida é realmente cheia de coincidências, e dessa vez Fearn não quer se envolver, nem ficar com ninguém, não por agora, além das coisas estarem recentes demais, nosso herói tem o coração magoado ferido, abriu sua vida, apresentou seus amigos e todos saíram magoados da história, não queria repitir isso tão cedo se pudesse evitar.

A tarde saiu para buscar umas fotos e encontrou com Marco, como era bom aqueles encontros inusitados, o garoto esperava o namorado, mas mesmo assim sairam juntos andaram um tempo fumaram seus cigarros e depois se despediram, sentiu-se mal, sempre sentia se mal quando deixava o garoto, percebeu que passava das 16:00 Mister D já havia partido de vez, agora era certo não se veriam, depois ainda teve uma entrevista numa agência de modelos e quando estava indo para a segunda entrevista desistiu, encontrou com o Sr Castello Branco e voltaram pra casa.

Em casa Fearn arrumou uns livros ele precisava comprar uma estante para seus livros ou prateleiras, eles cresciam absurdamente como se alguém estivesse dando comida pra ele, e davam cria como coelhos, deitou um pouco esperou anoitecer, conversou muito tempo com um amigo de sua cidade natal, um novo amigo que conhecera a pouco tempo e isso o fazia sentir saudade de sua cidade.

As 20:00 saiu com Dr Julio, ele acabara de fechar o consultório e foi buscar o amigo, o dia tinha sido intenso e solitário, cirugias complicados, casos estranhos sempre deixavam o médico meio cansado, ainda mais quando sabia que não veria o namorado que estava em casa por que prendera o dedo na porta do carro e agora sua unha preta caia e o deixava de pressão baixa.

Os amigos sairam ali perto mesmo, Julio estava com sua cadela e foram passear com ela, passaram no supermercado, compraram uma garrafa de vinho e os três sentaram em frente a um parque infantil e beberam e conversaram por uma hora e meia, diversos assuntos, breve papo sobre Mister V, mas passou, passou repetia Fearn. Quando a garrafa acABOU Fearn já ria do amigo alegre que tentava tirar uma foto com o celular e estava meio desajeitado, riram muito.

O final do encontro dos amigos foi realmente marcante, com fome os dois se dirigiram a uma lanchonete local, com o cachorro seria impossível entrar, então a solução foi se misturar aos carros e passar no Drive, brincaram portar um carro invisível, pegaram a fila, fizeram pedido, foram alvo de risos dos carros á frente, e da raiva dos carros de trás, mas saíram vitoriosos com sua comida e foram então jantar na casa de Fearn.

Depois da partida do amigo, Fearn ainda leu, ainda escreveu, rolou na cama e perto d e1 da manhã quando foi desligar o computador Mister V falava com ele, Mister V era seu amigo Hetero, até que se prove o contrário, um ser esportista e atlético da quadra, puxou papo, conversaram, o sono chegando, marcaram então de conversar no outro dia, no final da tarde saíriam para caminhar juntos e conversar. O menino tinha segundas intenções? Fearn andava muito fechado e grosso com outras pessoas não sabia se a caminahda seria uma boa idéia assim adormeceu as 2:00 em ponto.



Escrito por Fearn às 09h57
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29 de janeiro de 2007

 

Fearn acordou com o braço doendo, a caminhada surtiu efeito nos braços, isso foi realmente estranho, mais do que nunca  ele sentiu vontade de permanecer na cama, e dormir toda aquela manhã, esquecer do mundo, deixar o mundo passasse por ele nessa manhã de segunda feira, ele acordara cansada de tudo. Principalmente por que ele sabia que Mister D iria voltar a cidade hoje, eles não iriam se ver, mas era difícil pensar que estariam na mesma cidade.

Acordou já querendo que o dia terminasse, e que ele pudesse voltar a dormir, essa semana seria diferente, sem saídas, dormir relativamente cedo, e começar a economizar, assim poderia viajar em 17 ou 18 dias, essa viagem seria ótima para espairecer, respirar novos ares, ver uma outra cidades, isso sempre faz bem. Resolveu que queria coisas diferentes, ver gente, ir pra longe de tudo, e tentar aproveitar, afinal se os brasileiros gostavam tanto de carnaval eles tinham de ter um motivo pra isso.

A manhã foi um tédio só, mas enorme mesmo, de minuto em minuto seu pensamento fugia, então ele pulou de cabeça no seu mundo de relatórios e cadastros e conseguiu se concentrar e esquecer do mundo, na hora do almoço foi em casa pulou na cama e dormiu mais, ele precisava, seu corpo reclamava a caminhada, e quanto mais dormisse seria melhor, ele ainda pensou que deveria caminahr mais ai seu corpo se acostumaria, mas não nesse dia quem sabe mais pro final da semana começasse a andar todos os dias pequenas distâncias para acostumar seu corpo.

O dia não teve nada de especial a não ser a costumeira troca de emails com o velho amigo, a ansiedade, a vontade que mês acabasse logo, Lembrou que na noite passada o velho amigo sumira para resolver um problema, uma conversa com alguém que guardava magoa, tinha raiva por que Castello havia sido cafageste no passado, Fearn pensou que a idade fazia isso com as pessoas, pensou em Flores amigo do seu filho e de como fugia do garoto, de como tinha medo, medo de magoar por que ainda estava meio envolvido com o pianista, medo de se envolver, medo de ter que conviver muito por causa da amizade do filho, até medo do filho se afastar por causa de uma relação dessa, fugiu sem dar muitas explicações.

Era final do mês e tudo voltava a sua cabeça como uma grande revisão dos fatos, saiu do trabalho um pouco mais tarde, caminhou até em casa, na internet reencontrou Mister V, um amigo vizinho, que tinha viajado e passado tempos sem dar notícias, revirou alguns envelopes e viu algumas fotos, deitou e dormiu cedo demais não conseguia manter os olhos abertos, seu corpo pedia descanso.



Escrito por Fearn às 09h57
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28 de janeiro de 2007

28 de janeiro de 2007

Domingo, quem diria que depois do sabado nublado e chuvoso teria sol, Fearn abriu os olhos um pouco depois do meio dia estava esperando o Sr Castelo Branco acordar, para decidirem aonde iriam almoçar, queria distancia do computador, não queria sair da cama então ali permaneceu, olhou para marco na foto fumando um cigarro, não quis fumar, ele precisa mudar muita coisa. Uns 20 minutos depois ainda bêbado de sono o telefone toca, o amigo o convida para almoçar, conversa estranha, o sono não ajuda a raciocinar, mais ai depois de interpretações longiquas e palavras desconexas resolveu se levantar.

Pegou um ônibus até o lugar combinado com o amigo, quando chegou ele já o esperava, o que é de se surpreender por quê pensem numa pessoa atrasada, Por mais idoso que o Sr Catello esteja ele ainda é obcecado por lápis de olho, e sempre coloca em um lugar diferente, ai toda vez que vai sair de casa perde horas procurando o bendito lápis, dizem que ele nunca sai de casa sem ele, não consegue, simplesmente não se sente bem.

Pois sim partiram e almoçaram, gente é incrivel como falar de Fearn e de Castello Branco é falar de comida, o tempo todo, encheram uma mesa de uma variedade infinda de comida e comeram, suas vezes se não me engano três, depois do almoço, de alimentarem o vócio por coca cola e de Fearn fumar seu costumeiro e amigável cigarro, Fearn grudou com a máquina fotográfica e foi desbravar o quintal do amigo, facão em mão botas altas, entro no mato fechado e fez belas fotos, foi interrompido por que a bateria acabou e terminou sua festa, mas tinha umas boas 9 fotos, pegaram então carregador da maquina e foram para a casa de Fearn.

Sr Castello Branco obcecado por músicas está sempre rodeado dela, anda sempre com um desses aparelinhos tecnológicos que emitem horrores de radiação, ouve música no celular, em casa, no carro, e até nas caminhadas esporádicas que faz, por isso sentaram no computador e Fearn foi selecionar 2 gigas de músicas novas para o amigo, passaram horas nessa diversão ouvindo novas musicas e selecionando-as até que Dr Julio ligou e os chamou para tomar sorvete ele apenas iria almoçar e encontrariam-se.

E foi o que aconteceu, depois de escolherem as músicas foram  a uma creperia da cidade, a mesma onde Dr Julio já tinha participado do concurso declare seu amor e ganhe uma caneca, sentaram em uma mesa e esperaram o amigo. Fearn se deliciava com a maquina fotográfcia carregada novamente, o menno revelava im bom talento para fotos e depois que o amigo chegou não parou aproveitou apenas o novo modelo e continuou se divertindo. Crepes, coca colas, sorvetes e muitas fotos separam-se no final da tarde para vestirem roupas apropriadas para a chuva que ia cair.

Castello Branco foi em casa enaqunto Dr Julio e Fearn iriam em casa, Na casa de uma amiga, ver o namorado de dr Julio e ainda buscar outra amiga. Separaram, Dfearn passou emc asa trocou de roupa tudo isso com o Médico apressando afnal estava com saudade do namorado, sairam uma meia hora depois, iriam par aum cidade perto ver David por apenas 5 minutos, no carro uma saudade insuportável acometeu Fearn, a mesma cena de uma semana atrás, a mesma música do filme do aladin tocando no rádio e  a ausência de Mister D no banco de trás. Fearn sentiu vontade de chorar mas ele não estava chorando esses dias. Ele não chorava a muito tempo. Foi maior parte do caminho calado e permaneceu assim pela maior parte da noite, viram David, Fearn se recusou a entrar no lugar, encontram ainda Marina ainda por lá e também Miss S, amiga e confidente de Fearn que passeava com um possível flerte.

Daí depois da emocianante visita a festa popular, de ver Ariano Suassuna passando do seu lado Fearn e o amigo foram buscar mais alguma pessoas, passaram em um supermercado e foram encontrar Guilherme no parque da cidade, Lá ficaram em baixo de uma árvore na beira do lago pois já começava a chover.

Era como se tivesse revivendo as coisas, um dia antes fora na árvore onde escreva o nome, a tarde o carro, a música e agora o parque, o lago ali a menos de200 metros estava a mesa que tinha um 17 estampado, era ali, foi até lá passou a mão sobre o tampo da mesa gelada, o tempo passa muito rápido mesmo.

Depois da chuva, de músicas, subidas em árvores e lembranças, Fearn muito longe de casa, muito longe do parque resolve ir pra casa deixa os amigos e segue a pé em uma caminah de 14 a 15 km no meio da noite e demora 2 horas até chegar em casa, tomar banho, e despencar na sua cama que traz mais lembranças que qualquer outro lugar.

Escrito por Fearn às 09h51
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27 de janeiro de 2007

Acordou tarde mais de 13:00 da tarde, dormira feito um anjo, tendo sonhos estranhos e querendo ficar mais e amis na cama, Sr Castelo Branco como fazia na maioria dos sábados tinha saido para um restaurante japônes da da vida, adorava esses peixes crus, excesso de algas e nunca convidava Fearn pois sabia que esse odiava essas comidas, mas do que isso Fearn não comia as coisas do mar por pena também, e sempre lembrava de uma frase, Não comeria coisas que nadam e vivem no mesmo lugar que fazem xixi, e ria sempre que lembrava.

Então levantou, tomou um banho e ficou esperando o dia passar, foi almoçar as 16:00, e quando voltou pra casa conversou com o velho Castelo Branco, filosofaram sobre o que fazer naquela cidade semi inóspita, era difícil saber, as opções eram poucas, e sempre as mesmas de sempre, não iria no cinema de novo, nada de boas peças de teatro, nem de festas boas e badaladas, e nada de muito ânimo também, então optaram pelo o que fazem de melhor, comer, iriam se encontrar e jantar em algum lugar depois decidiriam para onde ir.

E assim fizeram saíram para jantar, decidiram ir ao Parque Shopping, comeria, buscariam Marina e David, Dr Julio já avisara que essa noite não ia sair, teria de ficar em casa, mas quando os dois amigos chegaram no parque Shopping tiveram uma surpresa, seus planos foram por água abaixo, Marina estava doente e não fora trabalhar, e David cansado e não queria sair, desistiram então de jantar ali e foram para uma Pizaria.

Acho que todo mundo sabe que os velhos tem um temperamento explosivo e são cabeça dura, Fearn se divertiu com isso, quando chegaram na pizaria se deparam com garçons ruins, que não sabiam servir nem se portar diante dos clientes, e teve de ver os acessos deraiva do amigo, as reclamações, as patadas que deu nos garçons, e ainda a conversa que teve com o gerente tentando barganhar a conta por ter sido mal atendido, o mais velhos são pão duros e sovinas também pensou Fearn.

Embora o atendimento tenha sido ruim a refeição foi boa, riram muito enquanto comiam, descrevendo o que os garçosn podiam ter feito com a comida dos dois para se vingarem das reclamações, citaram vários exemplos e se divertiam, durante o jantar receberam telefonemas, convites para sair, mas acabaram por descartar todos.

E como todas as noites comuns de Brasília sem nada para fazer, eles acabaram chegando ao mesmo lugar de sempre, um abr chamado Beirute, é incrível como as pessoas vão nesse lugar, atendimento ruim, bancos e cadeiras desconfortáveis, lugar meio feio, mas sempre estão lá como tradição, como se um feitiço os carregasse para lá. Ai é o festival de smepre comprimenta daqui, comprimenta dali, quanta gente, quanta gente que Fearn não via a muito tempo, isso foi realmente surpreendente, encontrou bons amigos, sairam para comer um cachorro quente, eles realmente comem demais, conversaram muito e só depois retornaram ao bar, conseguiram uma mesa graças a bons contatos, e quando menhos perceberam os dois já estavam em uma mesa com mais 3 pessoas, o 1° e mais importante era leonardo antigo amigo de Fearn que some de vez quando, eles brincam dizem que tiram férias um do outro para não cansarem, o segundo Renam, aniversariante da noite, ex paixão de Leonardo e conhecido de Fearn, o terceiro era um indivíduo totalmente novo, caricata, engraçado e sem nome foi lhe apresentado como Felicidade, e o nome condizia com o garoto.

Depois das primeiras gotas de chuva mudaram de mesa e foram ficar dentro na área coberta, 5 pessoas em uma mesa quase apertada, mas foi interessante até que uma hora as pessoas começaram a falar apenas de computadores, e sistemas de informárticas, hardwares, softwares, novos e velhos vírus, imacs, Apples, Microsoft, Macintosh, e por ai vai, Fearn odeia computadores, o papo depois foi sobre aviões, e marcas,modelos e é claro que Castelo Branco com toda sua sabedoria e experiência não calava a boca, Fearn se sentia pronto para entrar na aeronáutica, mas nessa conversa Fearn chegou a conclusão que Castello talvez tenha sido amigo de 14 bis, apenas uma conclusão, ninguém soube confirmar essa história.

Sairam do bar mais de 2 da manhã os garotos foram para uma festa na  boate e Fearn e o amigo Castello foram para casa dormir, o dia foi bom, com boas companhias e mais decidiram que iriam viajar no carnaval, Fearn teria aventuras novas em pouco tempo em uma cidade chamada Caldas novas, uma cidade Hidrotermal assolada por um vulcão que deixou de herança um belo cenário e água quente e natural.



Escrito por Fearn às 10h50
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26 de janeiro de 2007

 

Tudo foi mais difícil depois da carta entregue,  sabia que podia ter falado demais, magoado, mas não se arrependia, ele tinha colocado todos os seus sentimentos ali anquele papel, e queria poder parar de pensar nisso, ele não se arrependia das coisas, e não seria dessa vez, achava dificil apagar tudo derrepente, pensamentos vinham na sua cabeça, ele nçao sabia direito o que fazer o que pensar, mas sabia que não queria ficar remoendo isso tudo, não dera certo, jamais daria era um romance com data amrcada, condenado, estavam fadados a separação mas não queria admitir que fora daquele jeito.

Depois de tanto pensar sabia que queria tomar atitudes, não em relação ao namoro catastrófico, mas sim em relação a sua vida, queria coisas novas, passara muito tempo preso, em tudo, na faculdade, no trabalho, em casa, estava envelhecendo e a vida ia passando, durante o dia convenceu o amigo Castello, iriam sair, não sabiam o que fazer, mas iriam para algum lugar.

Então a noite se encontraram e foram para o cinema, assistiram um filme brasileiro, um bom filme, mas sem muita coisa especial, confuso, com alguns fatos chhatos que faziam você se sentir incomodado no cinema, era estranho não era o tipo de filme para a noite, mas foi bom pelo menos não era um melodrama que entristeceria o garoto, dali peregrinaram, foram para um supermercado, abasteceram-se de vinhos, foram para a esplanada dos ministérios.

Para que não sabe a noite muitas pessoas se reunem na esplanada ouvem músicas e conversam por ali, e nessa noite dois amigos faziam suas despedidas pois partiriam para a Holanda, então pode ver muita gente conhecida, e responder várias vezes sobre seu namorado, Já está de partida para Londres era o que sempre dizia, não queria que os outros soubessem de tudo, não por vergonha, e sim por consideração, Mister D tinha feito bons amigos, não queria acabar com isso da noite pro dia.

Fecharam a noite Fearn e Castello Branco indo para a casa de Dr Julio, que não saíra aquele dia, apenas reunira alguns amigos na sala de casa, para tomar um drink e conversar sobre a vida, três casais, e mais dois solteiros, que logo foram acompanhado pelos novos solteiros que chegaram, ficaram no ambiente agradável até quase 4 horas da manhã, Castello Branco deixou Fearn em casa que subiu as escadas ansiando por sua cama, ele tirou as roupas e dormiu.

Escrito por Fearn às 10h12
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