|
Capitulo 11 – O último dia - Em cima do seu nariz. Parte 1 Fearn acordou atrasado, enrrolara demais na cama, desligara o despertador e voltara a dormir quando percebeu já era tarde, teve de toamr banho e se arrumar correndo saiu as pressas sem carregar consigo nenhum livro pois não sentiu vontade, e ao passar os minutos as vontades iam desaparescendo, não quis acender o cigarro, nem tomar café da manhã, nada de escrever, ou conversar com as pessoas, queria ficar só mas não podia, queria voltar pra casa e afundar na cama de novo. É difícil relatar aqui seus sentimentos, pois ele permaneceu toda a partre da manhã calado, pensando, a decepção ia tomando seu corpo, ele tentava imaginar formas de esquecer isso mas não conseguia abriu logo cedo um email de Gabriel, as coisas acontecem sempre muito rápido pensou ele mais uma vez, sentia falta de muita coisa, tinha total consciência do que tinha acontecido, mas mesmo assim era impossível não sentir falta, não desejar aqueles dias de novo, os beijos, os braços e os carinhos. Até uma hora já bem perto do meio dia foi tomado por uma revolta ele não podia ficar assim, parecia ter saido de uma guerra, hoje acordara e pegara a primeira roupa que lhe aparecera mesmo achando que não deveria usa-la não quis discutir e usou. Agora se sentia mal por isso, deveria ter se vestido melhor, mas isso não tinha tanta importância, ele tinha de tomar atitudes, mesmo que viesse a sofrer depois, mas agora ele saberia que não sofreria, lavou o rosto e tomou um copo de café, Olhou para a carta e a releu, estava pronta, não ia entregar o cd, nem a camisa, queria entregar a carta e era o que ele faria. A tarde Bianca ajudou a preencher seu tempo, ele encontrou a amiga e passaram horas conversando, foi realmente fenomenal, falaram dos seus novos projetos, do querem fazer esse ano, e Fernando contou toda a história de Mister D, a amiga parecia ouvir relatos de um filme de tão compenetrada que ficou. Passaram um bom tempo juntos, Bianca queria largar tudo e se dedicar somente as artes plásticas, e Fernando abandonar tudo e se dedicar a literatura, lembrou então de plectrude que abandona a escola e se enfia numa escola de balé, preferiu então desviar os pensamentos. Esperou ansiosamente a noite chegar, saiu do trabalho se enfiou em uma sala de cinema e assistiu um filme sobre a guerra de diamantes na Africa, sentiu falta de Mister D, percebeu que sentiria falta dele por muito tempo, mas que não poderia adiar mais o final, saiu correndo e viu uma fina garoa cobrindo a cidade, aquilo sim seria capaz de lhe lavar a alma, precisava ver o resultado, pegou um taxi indicou o caminho ao motorista e saiu. A carta já havia sido enviada, e ele imaginava que essa noite ele iria ter notícias que Mister R e Mister D continuavam juntos, abriu sua pastae pode constatar que tudo estava ali, um envelope com fotos, um Cd com músicas escolhidas a dedo, e outro Cd gravado pelo amigo com outras fotos, achava que tudo estava ali, e na verdade estava, a chuva aumentou um pouco e os relâmpagos clareavam o caminho, e atrassavam o transito também, um acidente espetacular acontece mais a frente, um ônibus tomba no acostamento da rodovia, e um carro bate bem do lado, não chegaria tão cedo. Escrito por Fearn às 09h45 [] [envie esta mensagem] Capitulo 11 – O último dia - Em cima do seu nariz. Parte 2 Os médicos tiraram Fernando dali, puxaram de volta a direção ao carro e pediu para ele se retirar, só iria atrapalhar, mas foi tempo suficiente para ele descobrir que sua mente lhe pregara uma peça, entrou com o casaco molhado no carro e seguiram até seu destino, ele desceu do carro e pagou o taxi pela janela, seguiu andando por uma calçada cheia onde se sentia observado parecia que todas as pessoas olhavam pra ele. Pareciam que eles sabiam, mas logo ele viu que era coisa de sua cabeça, é assim quando você presta atenção sempre tem muita gente olhando pra você. Ele ajeitou a pasta e chegou e uma praça com uma enorme pedra branca, viu uma enorme árvore, lembrara no mesmo instante que já tinah estado ali com Marcos e ficara feliz, sentou e ficou pensando se demoraria muito para ele ver Mister D por ali, e não demorou, 20 minutos depois, dois cigarros depois pode ver o menino se aproximando com toca creme na cabeça quase que cobrindo os olhos, ele definitivamente não estava bem, faltava-lhe cor na pele, seus olhos não tinham brilho e ele andava sem motivação. A praça tinha muita gente, vários casais e um aglomerado de pessoas do outro lado da rua, todas as pessoas pareciam falar do mesmo assunto, Gays, eram o comentários alguns defendiam, outros julgavam mal, mas todo mundo falava sobre isso, e Fernando sabia por quê e sorria, viu Mister D se aproximando, ele se levantou, o garoto sorriu, andou um pouco mais rápido cruzou a multidão da praça Fernando se levantou e atravessou a rua se juntou e se mistourou ao aglomerado de pessoas. Mister D ainda sem brilhos e sorrisos se aproxima, recebe um abraço forte se olham nos olhos, e Fernando observa tudo de longe, rapidamente reconhece o outro garoto Mister R, os dois dão as mãos e saem andando atravessam a rua passam bem na frente da multidão que cerca o outdoor, e le impacientemente fazendo comentários, ele não vê Fernando quando chegam ao final da rua então Fernando sabendo do que se tratava olha pra cima, e ouve um comentário. - Essa carta é linda, não sei como pode existir gente tão estúpida ao ponto de deixar um homem desse escapar. - É realmente, foi escrita por um homem especial F – De que vale ser especial. Escrito por Fearn às 09h44 [] [envie esta mensagem] Capitulo 11 – O último dia - Em cima do seu nariz. Parte 3 Brasília 25 de janeiro de 2007 Mister D Ando indo e voltando pela mesma sala quadradas diversas vezes, me perguntando diversas questões, e buscando uma resposta do por que você fez tudo isso, procurando justificativas, e tenho certeza que ela existe e que já pensei nela, é inevitável não lembrar, tudo é muito recente e talvez pra sempre tudo fique muito recente, nós só esquecemos das coisas quando realmente queremos. O que mais me deprime nessa hora da noite que hoje completa exatas 24 horas que eu sei de tudo, depois do choque depois do acesso de riso, da raiva vem à decepção, e esse tenho certeza que é o pior sentimento que uma pessoa possa sentir, você se decepcionar com uma coisa é realmente muito ruim. Mas é o que eu sinto, sinto-me triste por ter pensando que talvez eu tivesse conhecido alguém sincero, mas ainda não foi dessa vez. Compreendo que o ser humano tem suas falhas por isso vivo bem até hoje, sempre aparece o defeito que supera todas as qualidades e nesse caso não foi diferente. Não me arrependo de toda a história, mas o que mais me incomoda é que eu abri pra você as portas do meu mundo, o pouco que eu tenho pra oferecer eu te dei, tudo sem pensar que talvez eu pudesse estar agindo errado, você não magoou apenas a mim, você feriu também os meus amigos, as pessoas mais importante da minha vida te conheceram e você não teve o mínimo respeito com as pessoas que te acolheram tão bem, te receberão de braços abertos como se você sempre estivesse entre nós. Mostrei-te sorrisos, alegria, a tristeza, meus medos te apresentei minha casa, minha família, falei pra ti dos meus livros dos meus sonhos, bebi da sua boca, fumamos do mesmo cigarro, te carreguei no colo, te mostrei as estrelas, te dei a mão todas as horas não me importava se era sol ou chuva, se noite ou dia eu não queria ter deixar só, tudo por que era isso que você me pedia, era o que você dizia sentir. Nossa primeira noite foi totalmente especial, e você no segundo dia conseguiu me convencer que estava se apaixonando que queria mais, que estava gostando, e assim te dei, e cada dia você queria mais e eu nem me questionou fui apenas me entregando acreditando em ti, sem pensar que talvez você estivesse sendo falso, achei que podia confiar, e achei errado. Escrito por Fearn às 09h44 [] [envie esta mensagem] Capitulo 11 – O último dia - Em cima do seu nariz. Parte 4
Posso reunir aqui suas frases, que não consigo acreditar que foram todas falsas e errôneas, as guardarei comigo e de vez em quando pensarei nelas, até eu ter total certeza que você apenas falou da boca pra fora, nós tínhamos uma liberdade muito grande, falávamos de tudo, não precisava haver segredos entre nós quanto mais um desse tipo que poderia acabar com tudo em tão pouco tempo. E é realmente a prova que quando tudo vai bem demais pode ter certeza que tem alguma coisa errada, você me ajudou a comprovar minha teoria que cada dia que passa existem menos pessoas confiáveis no mundo. Não me arrependo do que vivemos, nem poderia afinal de contas o que vivemos não pode ter sido de todo mentira, você não seria tão frio e falso, houve algo real no meio de tudo nunca saberei quanto, e talvez nem queira saber, é preferível guardar na lembrança as imagens do menino bonito que eu conheci, que encantou todo mundo, que as pessoas vinham comentar comigo que sentiriam saudades, que era especial, que enfim era alguém a minha altura. Prefiro guardar as lembranças do meu parceiro de sinuca, do meu guapo, da primeira vez que eu te vi e me encantei, do sotaque espanhol que me seduziu, das nossas conversas fechadas na nossa bolha, de você indo levar o bom-bom do Julio pra Marina, da primeira vez que segurei sua mão na escada do shooping, ou ainda antes quando subíamos à escada rolante e eu deixava meu braço encostar-se ao teu. Quero guardar na memória o dia em que eu fui te buscar perdido na asa sul, em que você me beijou no meio da rua, que andou comigo pelo parque de mão dada, as garrafas de vinho, a caminhada, a vontade de rolar contigo na grama, a caixa de bom-bom, os chocolates divididos, os beijos doces, nossa primeira noite, a primeira vez que dormi contigo e que te pedi em namoro. Lembrar de acordar com você, de te deixar na cama, ir trabalhar e voltar para almoçar, de contar os minutos pra te ver, de te ouvir falar coisas bonitas, deixar você me seduzir, de te apresentar pras pessoas, de falar com orgulho que era meu namorado, lembrar das pessoas escondendo a tristeza quando descobriam que você ia embora tão rápido, Lembrar do Marco dizendo que eu devia casar com você, do Julio perguntando sempre de você e dizendo que te adorou, da gente caminhando na chuva e se beijando com essa mesma molhando nosso rosto, da gente abraçado no banco de trás dos carros, hora do túlio, hora do Guilherme, ou quando eu estava no Banco da frente e você pendurado no meu pescoço me enchia de beijos. É com certeza melhor pensar nessas coisas, na gente desistindo de ir pra festa e ir comprar coisas no supermercado e acabar no parque da cidade, lá onde tem uma mesa com o número 17 que é nossa, de você cantando pra mim, contando suas histórias, passando mal, dormindo noites e noites comigo e me acostumando mal, da gente passeando por Brasília, Almoçando e saindo cheio e com preguiça a cada dia, das nossas fotos, da catedral, do museu, da biblioteca, da esplanada, daquela árvore onde você escreveu meu nome e eu escrevi o seu, da gente na casa da Luciana, da sua tatuagem, dos marshmalows. Dos milhares de cigarros fumados, do seu cheiro, do seu corpo. Escrito por Fearn às 09h43 [] [envie esta mensagem] Capitulo 11 – O último dia - Em cima do seu nariz. Parte 5 E, sobretudo, quero sempre guardar na lembrança você dizendo que estava se apaixonando, de dormir abraçado comigo, de eu passar as mãos no seu cabelo enquanto você chorava por que iria sentir saudade, de você deitado no meu colo no carro do Gui chorando por que tudo era bom de mais, da sua fixação por uma bola rosa que me irritava, a sua timidez e sua forma de ver o mundo. Mas é simplesmente difícil lembrar de tudo isso e não lembrar que você mentiu pra mim, que tinha outro namorado enquanto namorava comigo e simplesmente sumiu da vida desse garoto, e ainda me disse que não nada a ver que o perfil do seu orkut era de namorando comigo, e que o Ronaldo era alguém do seu passado. Se você tivesse brincado apenas com meus sentimentos era uma coisa, mais envolveu a mim, o Mister R e todas as pessoas que eu te apresentei e em minuto algum pensou e ser humilde e contar, em tentar resolver por que tudo estava cômodo pra você, que nunca parou pra pensar que enquanto estava comigo alguém sofria por sua causa, por que você o estava enganando, e assim me faria sofrer por que também estava me enganando. Não te desejo mal por que tenho a esperança de que você não soubesse o que estava fazendo, jamais serei igual a esses seus amigos que sempre repetem, quero que você morra, e desapareça pra não me fazer sofrer mais, o que eu quero é que você pense em tudo, todo mundo erra na vida, e agora você tem a chance de ver isso, o quão errado você agiu, o quanto você vai perder, as pessoas não vai confiar em você até você provar que merece confiança, espero que isso não te faça sofrer, mas julgo que será impossível e se chorar lembre que provavelmente você também causou mal as pessoas e é esse mal que te causa dor agora. É simplesmente incrível como algo tão bonito pode acabar assim. Só o tempo será capaz de mudar as coisas, de colocar tudo em ordem e saiba que fazer coisas erradas, se afundar em um quarto cortar o cabelo ou enfiar a cara numa carreira de cocaína nunca resolveu nada e nem vai resolver. O que você precisa é pensar antes de fazer as coisas, parar de agir por impulso e jamais fazer as coisas que você não gostaria que fizessem com você, a vida assim é bem mais aproveitado, assim não tem peso na consciência, e erros convencionais são bem mais fáceis de ser resolvidos. A humildade é a maior qualidade do homem quando essa é feita com sinceridade Não quero te julgar, tentarei entender, e não vou atirar pedras, as pessoas tomam decisões erradas na vida, e espero que você aprenda com isso, por que outras pessoas podem não ser tão compreendivas como eu. É impossível não sentir falta, mas a saudade uma hora passa. Fernando Escrito por Fearn às 09h42 [] [envie esta mensagem] Capitulo 10 – O décimo Dia - O plano falho parte 1 Deitou na cama e não conseguia dormir, rolava de um lado para o outro, era horrível ter que pensar em tudo aquilo, lhe vinha lembranças, ele lembrava do livro, realmente nada de final de feliz, lembrava dos filmes, do seriado, de todos os livros, em tudo achava um explicação, como não se tocara antes, era muito óbvio que isso fosse acontecer, lembrou também do homem estranho, como ele saberia, seu faro jamais falhava, saiu da cama de casal em que dorme todas as noites e foi fazer algo que não fazia a mais de um ano dormir na cama da sala, afastou a camisa de Mister D que ali jazia, e deitou abraçado a um travesseiro e a sua girafa de pelúcia, se sentiu mais confortável, mais sentia que não conseguiria dormir, acendeu um cigarro, passou mais de meia hora com os olhos fechados e nada o sono não via ele estava perturbado. Só conseguia se virar de um lado para o outro, toda posição era muito incômoda, só pensava no acontecido, e o pior pensava se Mister R estava bem, afinal de contas Fearn estava sendo forte, encarando tudo muito bem como sempre acontecia, há muito tempo que ele reagia assim as notícias, ficava sério, ouvia engolia tudo amargarmente mas não estourava isso só acontecia meses depois quando não tinha mais como suportar, mas Mister R não, foi visível que a conversa o deixou desolado, ele ficara muito triste e decepcionado com Mister D, fora dormir provavelmente em prantos, ou senão muito triste que é pior, quando a alma de um homem chora é pior do que quando ele se debulha em lágrimas. Acordou sem saber onde estava, demorou alguns minutos para identificar que era a sala de sua casa, a muito tempo não ficava ali, e se tornara um ambiente estranho, porém acordou bem, meio abismado com tudo ainda, a sua manhã foi a prova de que seu temperamento muda, e que sua dupla personalidade realmente é aflorada, o dia todo foi estranho não conseguia manter um humor, em um minuto aceitava tudo, e no outro queria respostas, sentia falta e saudades e isso era constante. Quebrou a Rotina na hora do almoço e foi almoçar na casa do Sr Castello Branco, o velho amigo o buscou e ele foi contando a história toda no caminho, perplexo o amigo ouvia os detalhes que ainda não sabia, Fearn também falou do plano, e de o que pretendia fazer, mas achava que talvez não chegasse até o final, por que dependeria da ajuda de outras pessoas. Na casa do Amigo Castello Almoçaram na cozinha manias do velho, depois efetuaram uma das partes do plano gravaram um série de fotos do Zoológico em um cd e depois voltaram pra mais uma tarde de trabalho. Fearn se empolgara com o almoço e estava conseguindo suportar bem a história, mas só não sabia até quando isso duraria, no final da tarde sentou no computador e escreveu uma carta de três páginas com ele o plano estaria quase completo, o que ele queria era marcar um encontro com Mister D, onde iria ele e Mister R, Fearn então entregaria a carta, o cd das fotos, e um cd com algumas músicas que gravaria a noite, queria que Mister R fosse junto assim depois da entrega eles poderiam conversar, eles sim tinham que se entender e se resolver. Escrito por Fearn às 08h57 [] [envie esta mensagem] Capitulo 10 – O décimo Dia - O plano falho – Parte 2 Chegaram em uma creperia e ele lhe contou toda a história, o amigo ficara perplexo afinal essa seria a reação mais comum, um tempo depois chegou mais uma amiga de Túlio, e depois outra e depois mais um amigo e essa era a mesa 5 pessoas, 3 médicos um músico e um Fearn com a cabeça pensando em milhares de coisas, depois de comerem muito e de Túlio insistir em participar de um concurso para ganhar uma caneca, elaborando uma frase que dizia assim “Crepe eu te amo muito, por que você é muito gostoso” resolveram que iam beber, essa era hora de Fearn sair, fugir ir pra casa, e o fez passou no trabalho buscou sua carteira que ele havia esquecido pegou um ônibus e foi pra casa, pensava se era a melhor coisa a fazer, não conseguiu achar respostas. Em casa havia um pedido de desculpas simplório de Mister D. “Acho que não mereço mais sua atenção, mas na minha vida eu tenho que tomar decisões, e acabo sempre tomando as erradas, ai eu conheço as pessoas e vejo o quanto elas são especias e isso começa a me destruir por dentro. Você é muito especial e queria que você soubesse que as duas vezes que eu chorei por ti foram com toda minha sinceridade.’ Leu, e releu, pensou não sonseguia discernir, foi então conversar com Mister R, e em menos de 5 minutos o garoto deixou claro que não queria ver Mister D, achava melhor deixar as coisas assim e tentar esquecer tudo. Fearn aceitou, não teria um dos elementos do seu plano mais iria em frente. Não aguentou ficar no computador, então deitou na sua cama, acendeu um cigarro e ficou por ali impaciente, quando estava quase pegando no sono viu que Mister D conversava com ele, na verdade disse apenas uma frase. D - Acho que não sou mais digno da sua amizade. F – Acho que as coisas não são assim você pode tentar se explicar. D – To sem graça, não tenho cara, você é especial demais pra mim. Ficava mudo por muito tempo e depois falava alguma coisa, isso estava irritando profundamente Fearn, e Mister R contara que também estava conversando com ele, e logo ele pensou que pudesse ser um jogo pensou em perder a cabeça, mas ele sempre é muito frio e educado. F - Você deve tá falando tudo isso pro Mister R também D – Ah para. Não é assim, quero que você entenda que nem tudo foi mentora, eu gosto de você de verdade, tudo que eu senti foi de verdade, não queria te magoar, Você é muito especial, e quando eu vi já estava gostando de você. F –Mas o que você quer que eu pense, não sei o que é verdade, e queria acreditar que algo foi real. D – Quando eu chorei eu fui sincero, eu gosto de você. Você é muito especial sabia. Escrito por Fearn às 08h55 [] [envie esta mensagem] Capitulo 10 – O décimo Dia - O plano falho – Parte 3 D – Não posso. F – Olha aqui muleque, então você cria a coragem, e mostra que você é homem e assume que você não gosta de mim, não quer me ver mais e para de me enrolar, por que assim eu fico tentando acreditar em você, querendo te ver, sentindo sua falta, querendo ir ai te abraçar e te beijar, e tentar achar alguma solução pra tudo isso. D – Você já esteve dividido. Essa foi a hora crucial, Fearn entedera tudo que estava acontecendo, ele não queria abrir mão de nada, queria tentar salvar os dois lados, dúvidas, isso não aconteceria ele botaria um fim nessa história mesmo que fosse lhe doer, não ia continuar desse jeito. F – Então é isso agora eu entendi, Então você faz assim, fica com ele, e pronto, sua dúvida acaba, não vai mais estar dividido, eu simplemente caio fora. Falou isso pensando que se o garoto realmente gostasse dele não deixaria tudo acabar assim. Mas então Mister D respondeu. D – È melhor . Ele estava certo, despediu-se então. F – Adeus. Conversou com Mister R e deixou claro o que estava fazendo, afinal se ele fosse aceitar o namorado de volta era o prolblema dele, desligou tudo e resolveu deitar, leu as últimas 90 páginas do livro, surpreendeu se com a reviravolta mas quis esquecê-la, deitou na cama, e começoua se virar de novo, decidiu então que queria sair, colocou 3 pedras de gelo em um cpo e o encheu de vodka, acendeu um cigarro e ligou para o túlio, duas vezes e não atendeu, deitou impaciente e pensou então em ligar pro Marco, e foi o que fez, a voz do amigo o acalmava, e assim funcionou, depois de um ataque breve de ciúme, se entenderam. F – oi. M- oi onde você tá, em festa bar, boate ou show. F – Estou em casa. M – Como assim, com quem? F – Sozinho. M – E cadê o namorado. F – Não sei. M – Brigaram. F – Não. Não; bem só liguei pra ver se você estava bem queria ouvir sua voz. M – Estou com saudades. F – Eu tambem. E por ai foi a conversa, Fearn realmente sentia muita falta do amigo, e queria vêlo, nas últimas paginas do livro a autora citou a palavra elocubrar, e toda vez Fearn lembrava de Marco gostou da rápida conversa e realmente se acalmou, lembrou de Frederico Garcia Lorca que escreveu, Não posso ouvir sua voz, e como se eu bebesse uma garrafa de anis. Adormeceu no meio de toda aquela loucura e saudade, não queria processar todas aquelas informações, sabia que no fundo embora não quisesse assumir estava magoado, ele queria sair de casa naquele momento , sair correndo, cogitou tomar um banho de chuva, mas leh faltou a chuva, tomou mais um copo de vodka que comcerteza auxiliou para o sono chegar. Escrito por Fearn às 08h55 [] [envie esta mensagem] vamo lá gente todo mundo votando uhhuhuhuEscrito por Fearn às 13h06 [] [envie esta mensagem] Capitulo 9 – O nono dia . O colecionador. – Parte 1 de 6 23 de janeiro de 2007 Assim Fearn acabou de ler o baile da vitória, simplesmente não conseguia parar de ler, os fatos eram encantantes demais, e os fatos previssíveis se deserrolavam de uma forma inimaginável, seus heróis seguindo caminhos jamais pensados, e o terrivel final real se aproximando, teve vontade de chorar, mais esse ano não era um ano para lágrimas, assim fechou o livro depois de ler a última página e de se deparar com o sorriso de Antônio Skarmeta, ele apenas colocou o livro na cabeceira, prometendo depois guarda-lo na estante que é o lugar dos livros já lidos. Ligou a Tv e assistiu ao 16° episódio Da 1° Temporada de um seriado chamado Gilmore Girls, um episódio lindo onde a protagonista de 16 anos completa três meses com o namorado, uma noite perfeita com um jantar lindo, passeio pela cidade, e depois o namorado lhe leva a um ferro velho, eles entram em um conversível, e ele lhe diz que comprou o carro em pedaços pra ela e que está reformando cada mês compra uma coisa, mais ai 5 minutos depois eles terminam o namoro, e o episódio acaba com ela jogando todas as coisas que ele lhe deu no lixo. Fearn afunda-se no seu colchão em volta de tantos fins, finais, términos de namoro fictícios e ali ele dorme. O despertar costumeiro fez ele remexer no criado mudo, e encontrar um livro, esse seria o novo companheiro, um livro de Amélie Nothomb, chamado Dicionário de nomes próprios, um livro que fala de um casal de 19 anos que vai ter uma filha, como a mãe não concorda com o nome e com o futuro que o pai deseja para a garota acaba matando-o na cadeia nomeia a menina de Plectrude e se enforca, assim a menina é criada pelos tios, mais o livro fala mais do que isso, fala de inocência, de sonhos, de ingênuidade, de ver o nosso mundo com outros olhos, e Fearn adorou sua nova leitura e refletiu muito. O que fazer quando não se sabe o que fazer, essa era a dúvida da humanidade e Fearn sabia disso, as pessoas tem dúvidas e medos demais, medo de arriscar, de ganhar um não, de ser rotulado, ou de não ser rotulado, e por causa desses medos as vezes se trancam em casa e quando percebem a vida apenas passou sem nada muito especial, apenas paredes de casa, carros dos outros, e pessoas conhecidas passando onde sua visão alcança. No segundo dia, no parque Fearn contara a mão em dois pontos com uma faca, acidentalmente ao abrir uma garrafa de vinho, cortes rasos, sem muita importância que hoje já esta quase desaparescendo, resta apenas uma linha que ainda mostra os dentes da faca na mão direita, um no polegar e outro um pouco abaixo da palma da mão, um pouco abaixo Da letra M, E hoje achou na mão esquerda mais um singelo corte, do dia da árvore, não do dia 21 de abril literal dia da árvore, mais sim do dia em que o casal escrevera seu nome na árvore, e pensa por um instante se o vento de domingo apagara já seus nomes, ou se realmente ficaria ali para sempre. Escrito por Fearn às 10h25 [] [envie esta mensagem] Capitulo 9 – O nono dia . O colecionador. – Parte 2 de 6 Almoçaram juntos em um restaurante chinês tomando bebida americana, falando de filmes, livros, da vida e é claro de homens, cada um contava como ia a vida amorosa, e todos tinham novidades, as pessoas das mesas ao lado com certeza invejavam toda a empolgação. Esse momentos são únicos na vida, é claro que a gente sempre sae com amigos, ri conta histórias, mais cada episódio e único por causa do nosso estado de espiríto e pela energia que nos rodeia e Fearn sabia disso. As meninas falaram de seus homens e citaram o tipo chamado colecionador, o cara bom vivâ que pega todo mundo não que se prender mas sim tirar onda, vê a mulher como objeto e quer ter os rostos bonitos no seu album e abusar dos corpos gostosos, Fearn ficou pensando nisso. Saíram do restaurante no exato momento que o Sr Castello Branco chegou, ficaram sentados na escada de um prédio como adolescentes, fumando um cigarro e terminando o assunto, e então se separam, as moças foram ao cinema, e os moços foram para o trabalho, espero que percebam que não há nenhum machismo presente nesse parágrafo apenas uma incrível coincidência. Fearn foi deixado no trabalho por Castello, ao atravessar a rua, viu um carro do outro lado, caminhou passando pelos olhos fixos que o seguia, ao passar do lado do carro. Moço estranho – Entra ai. F – Como assim? Quem é você? ME – Estou pedindo entra aqui agora. Aproveita enquanto eu estou sendo educado. Fearn entrou sem saber por quê, o moço ligou o carro e seguiu, pegou o eixo monumental fez o retorno e desceu e direção a esplanada, atravessou, e chegando a ponte do lago sul parou. ME – Pode descer, e não precisa ter medo, aqui tem gente demais pra eu te fazer alguma coisa. Ele encostou na grade e se pôs a falar. ME – Você tem certeza de tudo que está acontecendo, logo você tão desconfiado de tudo, com um incrível faro para solucionar as coisas, e com uma terrível sorte de se meter com as pessoas erradas, você não ganhou mais a 7 dias a toa, pense bem isso não conbina, uma história de amor tórrido pode bem durar 7 dias mais 14 é demais, as pessoas cansam de tanto amor, romantismo e melosidade, esses dias que você ganhou é por quê você tem que descobrir alguma coisa, eu te trouxe aqui pra você ver bem o que eu to falando, olha lá essa água toda, essa ponte, tudo é muito bonito, mais é uma visão superficial,não é nada mais que concreto e água suja se bem investigado, abra seus olhos. Escrito por Fearn às 10h25 [] [envie esta mensagem] Capitulo 9 – O nono dia . O colecionador. – Parte 3 de 6 No meio da tarde recebeu um telefone de seu filho que precisava lhe ver, disse que talvez iria, afinal a essas horas já acredita que Mister D não apareceria novamente, não se sabe por quê nem como Fearn estava consciente de que algo mudara e que não veria Mister D esses dias pelo menos não todos, por isso saiu do escritório 5 minutos mais cedo, foi pra casa tomou banho e trocou decamisa, e sentou no computador, Mandou uma mensagem para seu amigo médico Túlio, e olhou alguns emails, e fuçando um pouco o computador achou algumas mensagens datadas dessa mesma manhã de Mister D para um homem desconhecido, onde se chamavam intimamente de BB, e falavam outras melosidades, Fearn com a maior das friezas apenas copiou e colou tudo em arquivo do Word, e saiu de casa para o encontro com o filho, chateado com o que havia lido que eram coisas do tipo: bb meu tempo akabou ai eu fui no banco correndo e sakei + dinheiro pra continuar tcendo contigo mas vc ja nao estava. mas hoje à noite ou entao amanha por volta de dez hrs eu entro viu?! pois em todo meu tempo qro ficar aki tclando contigo ate xegar o dia deu ir pra ai ta bom! bjs ASS Mister D e mais: desculpa bb de verdad ter saído assim não paro de pensar em você e se eu tenho chances. ASS Mister D Detalhe que na mesma hora Fearn percebeu o por quê Mister D não poderia dormir fora esses dias, e teria que voltar as 22:00 era essa a hora marcada.Antes de sair adicionou Mister R no MSN, achou que seria de bom tom pedir desculpas e esclarecer toda a história, afinal ele sabia que Mister D tinha sumido e abandonado Mister R por causa dele pegou o email adicionou e saiu de casa. Pegou o ônibus lendo o seu novo livro e uma parte lhe chamou a atenção, vale a pena ressaltar que o ônibus estava cheio, ele estava em pé lendo e balançando com ônibus e nessa parte Plectrude brincava com a amiga de histórias de princesas e castelos, e ela sempre morria, então elas conversaram: Plectrude - Por quê sempre tem final triste? Roselyne - Por quê assim é mais bonito. Depois de quase cair duas vezes, o ônibus chegou ao shopping, rodou durante 40 minutos até encontrar seu filho e então conversaram, nada de muito importante, apenas saudades, e colocaram os assuntos em dia essas coisas de pai e filho. Mas não ficaram muito tempo, então depois Fearn sentou em uma calçada bem perto da rua onde pudesse ouvir o barulho dos carros, e voltou a sua leitura, eram 19:08 e tinha de esperar até 20:00 quando Túlio sairia da clínica para encontra-lo, e assim naquela hora viajou e viu plectrude crescendo, indo a escola, sendo humilhada, ingressando na escola de balé, fazendo amigos, se vestindo de rainha, comendo doces, vomitando no prato do refeitório, e assim o tempo passou, minutos antes entrou numa livraria para escolher o próximo livro afinal esse já estava acabando em apenas um dia ele lera mais da metade e não queria ficar sem ler, depois de meia hora escolheu um livro chamado espantando os unicórnios, percebeu que já era 20:00 falou com o Túlio e marcaram de se encontrar ali mesmo no Shopping. Escrito por Fearn às 10h24 [] [envie esta mensagem] Capitulo 9 – O nono dia . O colecionador. – Parte 4 de 6 Encontrou Túlio no local dos amantes, não que eles sejam amantes muito longe disso, é apenas um lugar escondido onde ele gosta de ficar, abraçaram se e Fearn ainda fez cócegas no amigo, só que em três minutos o namorado de Túlio liga é o sinal que rapidamente ele iria embora, e não deu outra a última palavra antes de desligar o telefone foi: Estou indo lhe buscar. O amigo ainda convidou Fearn para sair mais este recusou, precisava ir para casa, fazer o que não sabia ainda, mais não queria dormir tarde e também embora estivesse aparentando estar muito bem ele tinha rompantes que lembrava de Mister D e sentia raiva, e naquela noite não queria pessoas perguntando de seu namorado. Túlio não foi embora automaticamente sentou no chão e disse que ainda tinha tempo de fumar um cigarro, e isso foi de grande valia para Fearn, o amigo se importou, e não sabe o quão foi bom aquele pedido e aqueles cinco minutos a mais de companhia, mais depois do cigarro apagado partiu ao encontro marcado e Fearn retornou ao seu lar. Tomou banho colocou uma bermuda confortável, e uma camisa regata que deixava seus músculos singelos amostra e sentou no computador, automaticamente uma janela se abriu com Mister D falando com ele. D – Não pude ir!? F – Percebi. D – To com saudade. F – Imagino, e o pior que eu também. E assim a conversa seguiu seca sem muita melosidade apenas respondendo as perguntas Fearn constatou que Mister R tinha o aceitado abriu uma janela e permaneceu conversando com os dois. F – Oi R – Olá tudo Bem F – Não nos conhecemos, mais temos uma pessoa em comum. R – Quem. F – Mister D. R – Quem é você? F – A questão não é quem sou, mais sim o que eu quero. R – Não gosto de joguinhos, nem te conheço quem saber o que Mister D tem a ver com tudo isso? F – Desculpe – me não é um jogo, não queria que soasse assim, só queria conversar, pedir desculpas, afinal você estava com Mister D até duas semanas atrás certo. R – Sim estava, ai ele sumiu e não consigo mais encontrar ele em lugar nenhum. F – Pois é, e meio que a culpa é minha, por isso que queria pedir desculpas. R – Como assim, você é um dos amigos dele que ele levou pra cheirar. F – Nunca, eu não me meto com essas coisas, além do mais ele me prometeu que não tava cheirando desde que chegou em Brasília. Fearn ficara chocado com a informação e realmente pensou que ele estava certo e que talvez o menino ainda estivesse envolvido com drogas, continuaram conversando sobre o assunto e cada vez ia ficando mais pasmo e abismado. Escrito por Fearn às 10h24 [] [envie esta mensagem] Capitulo 9 – O nono dia . O colecionador. – Parte 5 de 6 Até nenhum dos dois falavam mais nada, ficaram calados e Mister R irrompeu o silêncio. R – Cara, Você ficou com ele. F – Sim R – Não quero mais saber disso, do nada você aparece e diz que ficou com meu namorado. F – Calma cara, (e pensou, demorou para cair a ficha, Fearn se sentiu nos filmes onde as pessoas falam as coisas e o personagem demora minutos para processar) Namorado como assim? R – É meu namorado há mais de um mês. F – Perai, ele também é meu namorado a quase duas semanas. Fearn explicou toda a história, das mensagens do celular que leu, de como chegara até ele, e de que nunca imaginara que ele namorava com os dois, e o detalhe que enquanto conversava com ele Mister D também paralelamente falava com Fearn que foi frio o suficiente para continua a conversa. D - eu gosto d vc! F - eu tambem gosto de mim temos algo em comum. D - meu tempo ta akabando viu, assim... uns 10 mnts F – uhm , fala ? sei tá acabando ou vai me bloquear D - nao e serio, ta akabando,prq vc axa isso? F – tudo bem, sei lá só perguntei, de boa Fearn imaginava que ele poderia sair ficticiamente para conversar com o novo alvo de sua coleção. D - e serio , mas serio deixa eu falar, F – uhm, pode falar. D - nao fica axando q vou te bloquear nao bb F - tá bom, acredito em vc D - pois e , to aki ja ha umas 2 hrs, agora q vc entrou F - ah tah, ta bom, tava esperando p ver se vc ia vir, tava no shopping tudo bem, vai lá, achei q vc vinha, mas de boa. D -Ah não queria ter te visto. F – Sei, ah antes de você ir. D – Sim, pode falar F – Deixa pra lá. Dorme bem Escrito por Fearn às 10h23 [] [envie esta mensagem] Capitulo 9 – O nono dia . O colecionador. – Parte 6 de 6 Ai a conversa começou a mudar de rumo, Fearn não consegui se concentrar e estava quase jogando as cartas na mesa. D – Sei lá, to triste F - por q eu sou mto triste, sei la F - não precisava ser, só precisa fazer as coisas certas D - ás vezes pienso q no sou sei Lá, eu sou louco to triste assim comigo de verdade. F – Oh, vou até ficar com pena,pensa nas coisas, lembra das coisas boas, e reflete sobre as ruins D - eu to sei la, muito mal.É serio F - eu tambem to, você não imagina o quanto. D- Axo q vou ficar em depressao. F - para com isso D - Eu nao poderia fazer isso. Sei lá, to xorando, mas nao posso to numa lan F - Ei,respira fundo, e fica calmo D – sim, eu sou mto tolo, kara F - por q tolo D - deixa pra la F - temos qconversar, nos despedir D - sim F - As coisas não estão nada bem e vc sabe disso...preciso te entregar uma coisa, é rapido,e pode ser a ultima vez que nos vemos. Mister D saiu sem acabar a conversa, e não se despidiram mais uma vez, mas Fearn e Mister R conversaram muito e chegaram a conclusão que Mister D é mais um colecionador, desses que quer apenas colecionar suas conquistas, Fearn tem uma carta na manga para resolver a situação, foi deitar pensando em tudo, meio chocado meio abalado, percebendo que sentia tristeza, raiva, decepção algo não muito certo, mais sabia que sentia algo estranho, ele já sabia como dar o troco, tinha tudo esquematizado mais para isso precisava da ajuda de MiSTER R e isso só aconteceria na quinta feita então resolveu ir dormir, era o melhor que podia fazer naquele momento. Escrito por Fearn às 10h21 [] [envie esta mensagem]
Se você gostou do blog vota ai!!!! Agora já estou entre os 40, quem sabe não fico entre os 30, vota ai não custa nada Escrito por Fearn às 09h46 [] [envie esta mensagem] Capitulo 8 – O oitavo e inexistente dia . O começo. – Parte 1 22 de janeiro de 2007 Agora era só dúvidas, oque aconteceria, Fearn despertou num sobressalto e correu para o banho, para não se atrasar, ele dormira perfeitamente bem as 8 horas mandadas pelos livros de Biologia, mas acordara estranho cansado, com dor no pescoço, dormira conforatável demais, sem nenhum outro ser com sotaque espanho do seu lado, e isso talvez tenha lhe feito mal, ele se acostumara a dormir com o garoto nos braços, e se mecher pouco e ficar ali grudado, se mechera demais nessa noite, parecia ter corrido a São Silvestre de Madrugada. Acordara com um nó na garganta e com um medo de tudo ter realmente acabado ali na noite passada, sem um beijo especial sem um abraço de adeus, mais se despediram, tudo foi demais mas nunca se sabe ao certo o quão é certo, iriam ficar longe tempo de menos para um adeus, tempo demais para uma até logo, e talvez um tchau fosse o suficiente mas ambos sabiam que não seria, as chences de eles se verem novamente seriam remotíssimas, quantas coisas aconteceriam nesses 5 ou dez anos que estão pro vir, quantas? Antes de sair de casa fechou a janela jogou uma carteira de Free no lixo estava vazia e pertencera ao mister D, olhou ao redor, viu o céu nublado que ameaçava um sol, sentou na cama da sala e dassamassou a blusa dele que ficara na cama, na sexta a noite, derramaram vinho na blusa assim Mister D passou os dias usando roupas de Fearn e acabou esquecendo sua camisa ali, sempre fica alguma coisa pensou Fearn sempre. O dia todo parecia estranho, pessoas caladas na rua, muitas sozinhas fazia dias que Fearn não observava a população, sentou no ônibus que o conduziria ao trabalho e abriu seu livro o Baile da Vitória, parou em uma parte crucial onde Vitória desnorteada por não poder pagar mais suas aulas de balé, e por desistir que Angel consiga o dinheiro se prostituie em um cinema pornô, e ali ela é flagrada pelo namorado enquanto faz sexo oral em um desconhecido, o ônibus balança, passa nos semafóros, e Angel chega revoltado perto da moça e no cúmulo da sua raiva a arrasta enquanto o Anônimo homem ejacula no rosto de Vitória na texta de angel e na sua jaqueta jeans, Dor amor rompido desespero de uma garota de 17 anos que apenas que alimentar seu sonho de dançar um poema triste, e no ápice da sua dor e do seu nojo, Vitória desatina a correr e se joga na catarata da cidade para lavar seu corpo adoece, vai para o hospital carregada por Angem Santiago e Vergara Grey Fearn chega ao trabalho. Tudo caminha para o fim, o livro está acabando, Mister D pode partir, janeiro se vai aos poucos, o dia apenas começando já um tom acinzentado, mas haverá sol, mas mesmo assim fearn deseja um balde de tinta e um pincel para pintar aquele dia, se afunda na sua cadeira de trabalho e escreve muito, prepara seus relatórios, arruma planilha, separa folhas, quer ocupar sua cabeça e esquecer das coisas. Ele sabia que se fossem chegar notícias seriam na parte da tarde, Mister D mandaria mensagens do celular da mãe dele depois que ela chegasse do trabalho, e isso só aconteceria depois das 16:00 então pôs se a ocupar sua cabeça. Escrito por Fearn às 09h40 [] [envie esta mensagem] Capitulo 8 – O oitavo e inexistente dia . O começo. – Parte 2 O tempo que sobrou aproveitou para organizar sua vida financeira que foi deixada de lado toda a semana passada, aliás Fearn deixara tudo de lado para viver aqueles dias, não me espantaria se esse fosse um daqueles finais em que ele aparece no Aeroporto com uma mala e uma passagem na mão com destino a Londres. A tarde Fearn sabia que seria decisiva, ou ele receberia a mensagem dizendo que Mister D entraria na Internet, ou então poderia ter certeza que Mister D partira, ou para o interior de Goiás para pegar sua permissão para viajar, ou então Mister D aproveitaria os últimos dias ao lado insistente Mister R que também lhe devotava amor, afinal de contas Fearn aprendera a não confiar nos homens, e não podia ter plena certeza que Mister D passaria os últimos 7 dias sózinho em Inhumas. Tentou não pensar nisso, mais ai lembrou se recado que Mister R deixara na noite passada perguntando por Mister D, dizendo estar triste com tudo, e minutos depois Mister D dizendo que talvez tivesse que ir hoje mais nada ainda era certo. Afinal não podemos nunca ter certeza de nada. Mas seria assim mesmo, não iria pensar no que aconteceu, a partir das 16:00 poderia ter esperanças de recer uma mensagem e correr pra casa para conbinarem o que fariam naquela noite de segunda feira, naquele oitavo dia de romance, mas se não pensava em se enfurnar em um cinema qualquer, uma seção noturna para fazer a noite passar mais rápido e poder chegar em casa e dormir. E assim chegou a hora, e nada, olhava insistentemente no celular de 15 em 15 minutos, e nada de chegar alguma mensagem, sabia que talvez fosse o fim, embora não quisesse acreditar, e nem guardar falsas esperanças, não sabia o que fazer, só restara em cima de sua cama uma camisa manchada de vinho de sábado, que ainda conservava o cheiro do garoto, lembrou dela por que nessa mesma manhã antes de sair de casa, sentou na casa e abraçou levando a junto ao nariz e sentindo seu perfume. Fechou então os olhos e resolveu que iria só ao cinema, se Mister D desse sinal de vida o levaria junto, lembrou se de sexta como os olhos do garoto brilhavam assistindo um belo filme, com um bom elenco e muito bom escrito, o menino só precisava ter acesso a bons filmes para se tornar um homem muito mais inteligente, assim afrouxou a grava e a retirou, desligou o computador, guadou a gravata na gaveta, pegou seus óculos escuros, carteira e celular que estavam sobre a mesa, e saiu do escritório sem saber o que iria encontrar lá fora. Escrito por Fearn às 09h40 [] [envie esta mensagem] Capitulo 8 – O oitavo e inexistente dia . O começo. – Parte 3 Afundou-se na poltrona, antes pode perceber que não havia muitas pessoas no cinema podia contar uma dezena delas espalhadas a grande maioria pessoas sozinhas, apenas duas mulheres sentadas juntas bem atrás dele, mas as outras todas só, na sua fila tinha um homem de meia idade sozinho, na sua frente um jovem de cerca de 25 anos, mais ao fundo em cada fileira mesclava um homem, uma mulher, e os outros dois estavam muito longe para se identificar. O filme era notavelmente bom um elenco de ótimos atores, e uma história muito convincente, mais o melhor de tudo mesmo era a fantástica trilha sonora, te levaria ao país que você quisesse em um segundo, e a tela do cinema exibia a história de um home que deu uma arma para um guia de caçã, esse vendeu para um amigo que deu para os filhos que cuidavam das cabras, os meninos atiram num ônibus em que tem um casal americano e amulher é ferida, logo nos Estados unidos, a babá dos filhos do casal tem que levar as crianças para um casamento no méxico por que os pais estão incomunicáveis, e daí pra frente as vidas vão se enlaçando e enriquecendo a trama genial, muito mesmo, pra vc ver o que um presente pode fazer, talvez seja melhor não dar presentes. Fearn sai do cinema, tenta falar com Túlio mas não consegue e resolve então jantar e ir pra casa, delicia-se com um massa italiana, um molho divino de 4 queijos, um suco de goiaba, um cigarro para auxiliar a digestão, o filme lhe fizeram sentir mais saudade, mais teria que ser assim de agora em diante, as coisas não voltam no tempo. Entrou no ônibus lendo o livro, e no pequeno percurso viu Angel Santiago e Vergara Grey, arquitetando os últimos detalhes do golpe, preparando tudo, e vendo se faltava alguma coisa, desceu do ônibus no momento em que vitória contava a mãe que iria desaparescer por um tempo. Entrou em casa, ligou o computador e o chuveiro, Mister D não estava online, enfiou se no banho, uma água fria que lava-lhe a alma, não sabia em que pensar, haviam coisas demais, queria acabar de ler o livro mais também queria que o livro durasse para sempre. Escrito por Fearn às 09h39 [] [envie esta mensagem] Capitulo 8 – O oitavo e inexistente dia . O começo. – Parte 4 Conversaram, falaram de saudades e das coisas que estavam acontecendo, estava complicado, já era tarde, passavam das 22:00 mais queriam falar, mas não falvam muito, surgiam problemas Mister D não pode avisar nada, as coisas saiam do controle , sua mãe não queria deixar ele sair esses dias, e eles queriam se ver, o que fazer ainda não sabiam. Tentaram contornar a situação e planejaram então coisas pequenas, não passariam as noites dessa semana juntos, mas tentariam se ver, nada de sequestro de vez, coisas mais rápidas, e aproveitariam o tempo, conbinaram de tentar se ver na terça feira próxima Mister D encontraria Fearn as 18:00 ficariam juntos, veriam um filme e as 22:00 voltaria pra casa como bom moço de família. Nem isso sabiam se seria possível, mas Fearn sabia que um jeito eles dariam, nem que tivesse que plantar-se na porta da casa do garoto, ficaram por mais uma hora conversando, falando pouco, sentindo falta, falando da ausência, da noite solitária de ambos, da falta na cama, e de assuntos saudosistas, falaram da união do estar juntos, e do querer mais, ali separado por aquela tela de computador que insistia em estar entre os dois. Fearn já tinha certeza do que seriam aqueles dias, mais com toda certeza estava mais feliz, mais feliz pela oportunidade de revê-lo, não sabia o que sentir, e nem se Mister D andava querendo despertar uma mágoa para não causar sofrimento na partida, ele tentava se afastar mas nesse momento já era tarde, seria muito difícil se afastar D – Não queria que as coisas ficassem assim, nos envolvemos demais, vai ser dificil agora separar. F – Tudo na vida tem seu grau de dificuldade, e só temos que estar preparados pra isso. D – Sou muito novo não sei se eu estou. F – imagino nem eu sei se estou pronto. D – Nos vemos amanhã, farei o possível. Escrito por Fearn às 09h39 [] [envie esta mensagem] Capítulo 7 – O sétimo e talvez o último dia – Perto do Fim parte 1 de 2 Mister D talvez não partiria na segunda Próxima essa era uma verdade que ia se realizando cada hora que passava, ele encontrara problemas, seu pai demorara para transferir o dinheiro, seu tio que poderia liberar sua saída do Brasil, não se encontrava no País e talvez ele tivesse que esperar chega-lo, então parecia que a viagem seria adiada por mais 7 dias, e talvez aquele domingo com gosto amargo de final não fosse mesmo a despedida. Assim eles ficaram na cama curtindo um ao outro muito tempo, acordaram cedo, perto das 10:00 mas não dormiram mais, acordaram com telefone da Mãe de Mister D mandando ele voltar para casa, ficaram ali mesmo sem sair pra nada até perto de 13:00 da tarde, quando Guilherme na sua casa do outro lado da reta liga dizendo ter acordado e iria sair de casa, conbinam então de se encontrar as 14:00. Arrumaram se e esperaram conversando, troca de carinhos e de olhares esse seria o dia da despedida, mais ambos estavam muito contentes por que milagrosamente não separaria ali, pelo menos mais alguns dias teriam com certeza até essas útimas pêndencias serem resolvidas. As 14:15 o atrasado do Sr Castello Branco chega, terminam de se arrumar correndo e vão em direção do almoço, rodam e decidem voltar e almoçar no bom e famoso Mc Donalds. Comida e especial do Roberto Carlos passando na Tv, Fearn promete assistir mais especiais de Roberto Carlos, por que no minímo é divertido, não é todo dia que vemos um ícone cantando funk domingo a tarde, comem e saem dali para viverem outro dia de turista em Brasília mais dessa vez o destino é Jardim Zoológico. Tanto Fearn quanto Casttelo Branco não iam no Zoo á anos, fearn desde os seus dez anos, decada de noventa, século passado evidentemente, e más linguas dizem que Castelo Braco foi no Zoológico pela última vez em 70 quando o Brasil ganhou a copa e foi tricampeão, mas não foi ainda possível provar essa informação. Viram elefantes, e ficaram extremamente chocados com o tamanho do hipopótamos, interessante, que quando se cresce e volta a esses lugares a sensação é diferente, não se tem mais aquele olhar com amgia e inicência, dos animais selvagens, do encanto, mas mesmo assim é muito bom, é interessante pensarmos, olha esses bichos moram aqui e passamos 10 anos sem ver um elefante, de não lembrar do aspecto da pelo do Hipopótamo e nem da realeza do leão, de se encantar com o porte sedutos do tigre, que ali sentado em uma ponte de madeira se exibia, Acharam ainda uma macaca que dançava I Will Survive, e que estabelecia contatos Paranormais com Mister D. Viram pássaros fãs do Elvis, da Cheer e de outros artistas tiraram com toda certeza centenas de fotos. Mas o sol quente os castigava, faziam 35 graus no deserto e água era realmente difícil, andaram muito embaixo do sol quente que esgotados resolveram ir embora sem ver as cobras, mas a caminhada ainda era longa, guardava mais macacos, tartarugas invisíveis, gatos do mato camuflados, Borboletário cheio e cigarros, coca cola, árvores espinhetas e mais fotos, Assim chegaram ao carro e foram sair do zoo, mas antes viram um belo macaco que se exibia comendo no muro aberto sem nenhuma grade, e ainda viram os Avestruzes e o veados invissíveis. Escrito por Fearn às 16h46 [] [envie esta mensagem] Capítulo 7 – O sétimo e talvez o último dia – Perto do Fim parte 2 de 2 Entraram então na estrada, e ao chegar na cida satélite perto andaram por ruas meio restas meio tortas, um último beijo, um início de saudade antecipada, mas eles iam se ver, tinahm ainda mais 7 dias que ganharam de bônus da loteria da vida, mais sete capitulos novos onde muitas coisas iam acontecer, assim mister D desceu do carro em frente a sua casa, escondendo a tatoo no pescoço que o transformara em um motoqueiro e os dois se afastaram no carro esperando que o dia de domingo acabasse para o verem novamente. Voltaram ao Park Shopping pegaram Nina, Harley e mais os outros vendedores da loja e seguiram para a casa da nina, Lá encontraram os vendedores das outras lojas, Passaram lá 14 minutos, e então aprtiram, Gui deixou Fearn em casa e foi para a sua, já se aproximava as 22:00 horas. Fearn entrou na casa vazia, coisa que não fazia a uns 6 dias, e sentiu se só, não por morar só mais sim pela costumeira presença do garoto de 17 anos que enchia sua casa de sorriso, sentou no computador para ver as fotos do dia anterior, e lá estava Mister D online a sua espera. Depois de algum tempo de conversa. F – Mas como estão as coisas na sua casa? D – Não muito Bem, Talvez eu tenha que ir embora amnhã mesmo. F – Como assim. D – Minha Tia, brigamos de novo e parece que não quer que eu fique aqui, e eu disse se não queria que me mandasse embora, ela ficou muito triste quando eu disse isso mas não sei o que vai acontecer F – Não contávamos com isso, D – Talvez nem possa me despedir, e pior que já to com saudade. F – Sério, D - sim eu não ia brincar com isso, já sinto sua falta, e agora tenho que ir. F – Tenta me avisar de alguma forma se der, mas se não der, boa viagem, e que tudo dê certo pra você D – Obrigado pelos dias bons, e por tudo, jamais vou esquecer meus últimos dias no Brasil F – E eu jamais vou esquecer do meu guapo español D – tenho ir, beijos F – Beijos. Assim Fearn deitou-se sem ter nenhuma certeza sem saber onde acordaria, e o que aconteceria naquele dia e dormiu profundamente. Escrito por Fearn às 16h43 [] [envie esta mensagem] Capítulo 6 – O sexto dia – Mais estranho que a Ficção – Capitulo Único Acordaram juntos ainda abraçados, como se não tivesse se movido por toda a noite, e ainda acordaram cedo, dormiram apenas 5 horas, Fearn acordara com um sensaçãoe stranha, estava muito bem, mais seguro de tudo, abalado com as lágrimas e a fragilidade Mistes D, e com medo do término desse sábado afinal eles só tinham mais esse dia e o próximo. Não dormiram mais, mas também não se levantaram ainda da cama ficaram lá por mais algumas horas, juntos. Tentaram estabelecer contato com as pessoas, mas elas ainda dormiam, só eles tinham despertado cedo para aproveitar o dia, e assim o fizeram, só sairam da cama 12:30, quando tomaram banho e foram almoçar, lutaram contra a preguiça que sentiram de voltar pra casa, nesse dia eles realmente comeram demais, as pessoas a volta ficavam até enjoadas só de verem eles comerem tudo aquilo, sairam sentaram em baixo do bloco mais perto fumaram um cigarro e nada, ainda estavam com muita preguiça, queria ficar ali por mais algum tempo juntaram então toda a coragem e andaram, foram primeiro até um supermercado que o desviou do caminho da casa, por que Mister D queria ir ao banco, e isso os deixou mais longe aumentando a caminhada, enfim no meio do caminho Guilherme acordou disse que iria almoçar, e tomar banho, e sairiam, então eles foram do banco direto pra casa se arrumar também. Em casa enquanto esperavam que Fearn pensou, que nos livros as coisas eram mais simples, já assitira filmes e lera livros sobre o assunto, antes do amanhecer é um deles o casal tem apenas a madrugada pra viverem juntos, e por ai vai, e quantos outros em que tudo tem data pra acabar, mas na última hora as coisas mudam, a pessoa desiste da viagem ou o outro aparece no aeroporto e vai junto e coisas assim. Mais essa era a vida real e a maioria das vezes ela é bem mais estranha que a ficção e por incrível que pareça muitas vezes ela também é mais fantástica. Bem se a regra é aproveitar o dia, lá foram eles, tinahm planos que foram por água a baixo pois o dia já era curto, e só restava um pedaço da tarde e uma parte da noite, então resolveram conhecer Brasília, Guilherme chegou quando Fearn terminava de grava um cd para o Túlio, depois disso saíram e foram até a catedral Metropolitana da cidade. Escrito por Fearn às 14h55 [] [envie esta mensagem] Capítulo 6 – O sexto dia – Mais estranho que a Ficção – Capitulo Único Final
Entraram na cateral por pouco tempo pois a missa estava em andamento e não queriam atrapalhar , e ainda mais por quê ali estava muito cheio, saíram então e caminharam para a obra do lado uma cúpula redonda com uma ponte suspensa no ar, o Novo Museu de Arte de Brasília. Ninguém melhor do que o Próprio Oscar Niemeyer para descrever: “Quem vai a Brasília pode não gostar, dizer que há coisa melhor, mas parecida não há. Minha busca na arquitetura é a surpresa. A obra de arte deve provocar a emoção do novo. Por isto, quando revi o projeto do Museu Nacional, mudei o original: passei de 40 para 80 metros de vão. O novo museu é mesmo surpreendente. Sobre a cúpula suspende-se um mezanino, e sobre ele pousa uma rampa, com 30 metros de balanço, que serve de mirante para a Esplanada dos Ministérios. É uma construção de audácia estrutural incomum. — Tem um vão livre, sem colunas, seis vezes superior à da cúpula da Basílica de São Pedro em Roma...— ri.” Bem não tem como negar, realmente a obra é encantante, o lugar é muito fotogênico e rendeu mais fotos, o museu já estava fechado não puderem entrar, ficou só o gosto de voltar lá mais uma vez e apreciar o local, ainda foram até a futura Biblioteca nacional, tiraram fotos bregas do casal fazendo simbolos de corações, fotos de pés, de todos os tipo, mais a mais bela foto da tarde foi uma na frente do museus onde o casal se encostava segundos antes do beijo e um segurava o rosto do outro. Bem depois do trio andar em um parapeito que tremia, quase roubar a placa da catedral, conversar com estátuas gigantes e pedir conselhos, o pior aconteceu, a bateria da máquina acabou. Seguiram então para a esplanada depois de tomarem 1 litro de água de côco Túlio iria encontrá-los lá e ali terminaria o dia de turismo em Brasília. Já na praça dos três poderes em baixo das muitas plameiras que tem atrás do senado emcontraram por coincidência a Natthy no carro esperando a Carla, e ficaram conversando com ela, na verdade o Gui ficou conversando enquanto o casal escrevia seus nomes na Segunda árvore da segunda fileira, gravando na história da cidade sua história de amor. Assim o Túlio chegou, e eles demoraram cerca de meia hora para escreverem seus nomes, Mister D escreveu o de Fearn, e Fearn escreveu o de Mister D, dores no braço, casca de árvores nos olhos, a aperação foi bem sucedida. Decidiram então que Guilherme para variar estava com fome e se encontrariam no Brasília shopping no BURGUER King. Fearn e Mister D foram com Túlio, aproveitaram para ouvir o cd que Fearn havia gravado então foram rindo das músicas, a estadia no Brasília Shoppingo foi bem rápida, apenas suficiente para se devoram um whooper de frango dois calzones, se fumar três cigarros tomar uns cinco copos de coca cola e chega, sairam de lá em destino ao parque Shopping para esperarem o Harley sair. Escrito por Fearn às 14h54 [] [envie esta mensagem] O sexto dia – Mais estranho que a Ficção – Capitulo Único Final Finalíssimo No carro os dois conversaram sobre o episódio do piano e tudo se resolveu, Fearn pediu desculpa por perder a paciência, assim Mister D deitou se no colo dele e seguiram a viagem entre cafunés, os dois de olhos fechados, e Fearn pensando em tudo, nesses momentos, e no que seria depois, quando o final de semana acabasse, quando abriu os os olhos viu o rosto do garoto brilhando e lágrimas escorrendo banhando sua camisa. F – Que foi. D – Nada F – Desculpa por ter perdido a paciência? D – Não foi isso, não se preocupe, estoy apenas emocionado com tudo, está tudo bom demais, e ai eu penso em segunda feira eu tendo que ir embora e deixar tudo pra trás. F – Não pense nisso, aproveite o tempo que a gente tem, as coisas vão seguir seu rumo, não sobra por antecipação. D – Eu sei, vou me acalmar já, apenas me emocionei, Chorou mais um pouco e foi parando quando chegaram no supermercado já nem parecia muito, tudo estava na mais perfeita normalidade. E o episódio foi mais que o sufiente para Fearn amolecer e tudo ficar bem novamente. No supermercado tudo correu bem e depois das compras feitas foram para casa de Luciana uma amiga de Igor Fearn e irmã de Elisa Maria uma importante protagonista de Novelas Mexicanas e lá passaram maior parte da noite, e foi novamente muito bom, muitas pessoas muita conversa, música boa, e uma brincadeira meio idiota que quem ganhasse levava uma tatoagem no pesgoço, dessas que vem nos salgadinhos , pois é e as duas vezes o Felizardo foi Mister, vai ter sorte assim ... Escrito por Fearn às 14h53 [] [envie esta mensagem] Capítulo 5 – O quinto dia – Ciúmes e certezas – Parte 1 19 de janeiro de 2007
No meio da noite Fearn sentiu o braço gelado de Mister D puxou o cobertor e cobriu os dois, ao amanhecer levantou calmamente, e fugiu do abraço, retirou cuidadosamento o pé debaixo da perna dele e saiu para tomar um banho, se arrumou e morrendo de sono se sentiu normal e ainda pensou tudo está bem, hoje não acordei bobo, as coisas estão ficando mais normais, e nem se sentiu nada apaixonado, antes de sair arrumou o cobertor e deu um beijo na face do dorminhoco, que abriu os olhos e logo voltou a dormir. Fearn foi trabalhar e no meio do caminho parecia se curar do sono que o dominava, e já começava a sentir vontade de voltar para casa, mas não para dormir, e sim para ganhar beijos e abraços e ficar mais e mais na cama com Mister D, Quis que as horas passassem rápido e quando viu estav cheio de trabalho acumulado e pôs se a fazer tudo para ocupar seu tempo, acabou que não conseguiu sair mais cedo, e o Túlio também não deu sinal de vida em relação a um convite de almoço que tinha feito então foi pra casa rever seu garoto. Fearn se sentia estranho a tudo, estava adorando essa mudança radical, sair do trabalho todos os dias e ir em casa almoçar e ter uma pessoa lhe esperando, um alguém que contava os minutos e sempre era muito atencioso e demonstrava já sentir saudades nessas poucas horas. Como de praze rolaram nas colchas e lençóis aos beijos e abraços matando a saudade cultivada pelas 4 horas matinais que os separaram, depois se arrumaram e foram almoçar. O de sempre, chegam, sentam escolhem, pedem, seguram as mãos, escondem as mãos trocam sorrisos, uns olhares que entregam o romance do casal, encostam as pernas, esperam o prato, as pessoas ao redor olham desconfiadas, tantos olhares tantos sorrisos, o prato chega, comem, se olham conversam, comentam notícias que saem da tele da Tv, refrigerantes, sucos, sobremesas, e depois se arrependem de terem comido tanto. No meio de tudo Fearn olhava o celular de Mister D e foi mordido pelo ciúme, mensagens de outra pessoa, um outro alguém entre eles dois, Mister R, mensagens antigas mais nem tão antigas assim, todas de antes de tudo começar mais de pouco antes, e uma bem recente perguntando por onde ele andava, mais ai nas mensagens enviadas, só tinham mensagens para ele, mensagens que foram enviadas mas não chegaram, palavras bonitas, e isso o acalmou. Levantaram da mesa se sentindo bem mais que satisfeito, sentiam se cheios, e o mais engraçado, é que se puseram de pé diante da mesa olharam se nos olhos, sorriram, e inclinaran-se para se beijar, lembraram do locoal que estavam e, riram, riram mais um pouco e saíram de lá comentando o fato. Desceram mais dois blocos e foram acender seus cigarros bem na esquina na frente da Loja onde Renato amigo de Fearn trabalha, assim eles ainda conversaram e deram boas risadas nessa próxima meia hora, cigarros acabados, conversa boa mais tinham que partir, afinal Fearn tinha de voltar ao trabalho e Mister D teria que aparecer em casa, senão seria realmente algo muito perto de um sequestro esses dias de passeio. Caminharam por entre as árvores e carros, um duelo do céu azulíssimo enfeitado com uma bola dourada enorme e o cinza do asfalto que anda dominando a cidade, o vento parecia inexistente, o calor cobria todo o ambiente, sentaram na parade ônibus e dirigiram-se para a rodoviária, sentaram lado a lado, e as escondidas Mister D deixava sua mão tocar a de Fearn, ninguém podia ver, ninguém imaginava, que ali aqueles dois meninos que conversavam estasiados e conbinavam o que fariam naquela noite eram amantes. Escrito por Fearn às 10h06 [] [envie esta mensagem] Capítulo 5 – O quinto dia – Ciúmes e certezas – Parte 2
E assim desceram na Rodoviária, Fearn caminhou com Mister D em busca do ônibus que o levaria até sua casa, demoraram um pouco, pediram informações receberam certas e erradas, e até que acharam enfim o ônibus, despediram-se com a promessa de que se veriam em breve, Mister D entrou no ônibus, atravessou a roleta, e foi caminhando até o final, Fearn fazia o mesmo percurso do lado de fora, encontraram-se então na última janela, deram as mãos e um beijou a mão do outro e assim se despediram Fearn pega outro ônibus e retorna ao seu trabalho. A tarde relativamente passou bem rápido por causa da quantidade de coisas que ele tinha que fazer, não parara quase nenhum minuto, e nem lembrara de sentir sono, tinha de terminar um série de coisas antes da 16:00 pois tinha um reuniõa que já adiaram duas vezes aquela semana, e assim foi, conseguiu terminar tudo e entrou na sala de reunião as 16:00, tudo sobre controle, e no meio da reunião, um tremor, não nada de furacão de apenas uma mensagem no celular que estava no bolso, tira e lê discretamente. O tempo passa e eu já não consigo imaginar a distância que há entre nós. Cada minuto é uma eternidade sem ti, besos. Mister D. Respondeu também discretamente, e mandou rápido pois o barulho das teclas já chamavam a atenção de algumas pessoas, assim voltou para a concentração da reunião queria que aquilo terminasse logo, e até que foi mais rápido que imaginava, saiu da sala morrendod e calor afrouxou a gravata constatou que já eram 5 pras 17:00 desceu fumou um cigarro tomou um suco de goiaba e voltou para sua mesa, tinha esquecido que estava trocando emails internacionais com o Sr Casttelo Branco, e aproveitou para lhe responder e mandar mais alguns enquanto isso chegava mais uma mensagem. Yo quiero estar contigo, cada momiento, cada minuto.Es verdad mismo! Tu presença hace qualquer persona feliz yo no aguento mas esperar llegar el momiento Para verte y estar junto a ti, besos, Mister D. E a mensagem foi enviada em todas as línguas possíveis, melhor sem exagerar, em inglês arcaico devido aos erros, em espanhol e em portunhol. Fearn respondeu mais uma vez e não se sabe por quê resolveu fazer algo ilegal abrir o orkut do seu trabalho coisa proibida no estatuto de Fearn, mas ele o fez. Olhou e olhou, esclareceu umas dúvidas, e ele queria ver uma coisa, na mesma manhã quando chegara em casa tinha lido algo que Mister D escrevera, não sabia se era pra ele, e tinha ficado pensando nisso, não sabia direito e queria esclarecer isso, foi então até a página e leu, o recado que estava ali era para o Mister R e não para Fearn, ele percebeu claramente, e achou bobo por ter pensado que era pra ele, ficou extremamente enciumado, mais não achou nenhuma evidêcia de nada, era impossível algo estar acontecendo afinal estavam juntos o tempo todo, mas nunca é bom confiar totalmente no ser humano. Escrito por Fearn às 10h03 [] [envie esta mensagem] Capítulo 5 – O quinto dia – Ciúmes e certezas – Parte 3
Guilherme demorou, na verdade Mister D foi rápido, chegou as 19:30 e ligou avisando, Fearn do outro lado estava pronto calçando os sapatos, Gui bem do outro lado como sempre se atrasava mas isso já era considerado normal, Assim Guilherme chegou as 20:00 passaram para buscar Mister D e os três foram ao cinema. Foram até um lugar chamado Pier 21, um shopping que fica na beira do lago, não um lago como o do outro dia, embora os dois sejam artificiais, esse é bem maior, lá eles compraram seus ingressos e jantaram comeram muito novamente, mas não a ponto de ficarem exaustos de comerem, quando se deram contam estavam atrasados o filme já ia começar, correram para o cinema quando se deram contas eles andavam de mãos dadas pelo shopping, esse movimento foi natural, apenas aconteceu, e resolveram não evitar. O filme se tratava de um homem que descobria que sua vida era narrada, e que todos seus passos estava sendo escritos, tomado pelo medo da loucura e da morte começa a correr atrás da escritora responsável, tentando descobrir se sua vida é uma tragédia ou uma comédia, o filme realmente era muito bonito, hora ou outra saia da tela uns pensamentos e reflexões, um filme que realmente te faz pensar bastante. Saíram os três do cinema sob o efeito do filme, esperando uma voz pra narrar suas vidas, ainda permaneceram ali por algum tempo, ai falaram com Túlio e foram para a 303 sul encontrar com ele, lá Túlio, Harley e Clarissa mais os três foram ao Pão de açucar comprar mantimentos para sobreviverem a noite, esperaram algumas pessoas chegarem, e derrepente já haviam muitas, compras feitas foram para um parque na mesma quadra já citada, além dos seis que já estavam na história chegaram também, Paca, Caio, Mário, Katrin, Carla, Nathy, Larissa e Amanda, permaneceram ali muito pouco tempo e optaram por um parque maior. Chegaram ao parque da cidade ali podiam ouvir música e conversarm embora Guilherme não quisesse ficar ali, pois sua reputação poderia ser queimada, ele ficou, e a noite foi extremamente boa, música, pessoas legais, e conversas que variavam de idiomas e derivações e nascimentos de palavras, até literatura e a alta da bolsa NY, Junto com vinho Martini e cigarro as horas passaram rápido e transformaram a calma noite, numa noite excepcional. As pessoas foram embora aos poucos e no final Guilherme foi o responsável por deixar Mister D e Fearn em casa, na porta de casa se despediram com a promessa de aproveitarem o sabádo juntos. Já na cama, de banho tomado abraçaram-se e conversaram, Mister D, disse estar muito contente com tudo, e ambos concordaram que os dias estavam sendo bons, D – Eu li o recado que você deixou, não precisa sentir ciúme, eu estou apaixonado por você e só quero ficar com você. F – Você tem certeza. D - Tenhu sim, muita, e tanto que tenho medo de ir segunda feira e não aguentar de saudade, está tudo bom demais. F – Mas tudo tem sua hora, se você tem que ir a gente vai aguentar, eu não posso te pedir pra ficar, e atrapalhar sua vida, você tem seus planos e tem que cumprir, seria egoísmo meu te pedir pra ficar. D – Assim eu gosto mais ainda de você. Escrito por Fearn às 10h03 [] [envie esta mensagem] |